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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Anis estrelado (Tamiflu), o Funcho e a Erva-doce (Pimpinella)

O Anis Estrelado nasce numa árvore da mesma família da Magnólia,que pode alcançar cinco metros de altura e é a partir do seu “fruto” acastanhado em forma de estrela que se produz o, até agora, mais potente fármaco capaz de travar a propagação da terrível estirpe do vírus da gripe aviária – H5N1. A Planta existia apenas em quatro províncias chinesas, mas a sua cultura generalizou – se no mundo ocidental quando chegou a Europa pela mão dos ingleses. Conhecido por ter um efeito antisséptico, anti – inflamatório, calmante, digestivo e diurético, o Anis Estrelado foi utilizado durante milhares de anos na Ásia Ocidental como tempero para alguns pratos e mais tarde como tratamento medicinal, e em recentes pesquisas apontam como a nova arma contra a Gripe H1N1 (Gripe Suína). Classificação científica
Reino: Plantae, Divisão: Magnoliophyta, Classe: Magnoliopsida, Ordem: Apiales, Família: Apiaceae Gênero: Pimpinella, Espécie: P. anisum, Nome binomial - Pimpinella anisum L. Anis-Estrelado

Essa árvore atinge cerca de oito metros de altura, e nos seus primeiros seis anos de vida não dá frutos, mas pode continuar a produzi-los durante um século. Às suas flores amarelas seguem-se os frutos castanhos, que se abrem quando maduros em forma de estrela. Cada ponta da estrela contém uma reluzente semente castanha, que é menos aromática do que a vagem. O anis-estrelado é muito usado nas cozinhas chinesas e vietnamita, e é um ingrediente essencial na mistura chinesa chamada “cinco especiarias”. Seu aroma é muito semelhante ao da erva-doce, pois contém o mesmo óleo, o anetol, mas é levemente mais forte. Esta especiaria se mantém fresca indefinidamente se for guardada em recipiente fechado hermeticamente e protegido da luz.

Tradicionalmente, os japoneses queimavam o anis-estrelado para aromatizar os ambientes como incenso. Medicinalmente, é um excelente diurético, e sua infusão alivia as dores de garganta.

Seu óleo é utilizado para aromatizar licores como o anis e o anisete. Vai muito bem com carne de porco, pato ou galinha, vegetais variados, pratos de peixe e mariscos.
Dicionário Gastronômico Ervas & Especiarias com suas Receitas
Nelusko Linguanotto Neto
http://www.chefonline.com.br/ervas

O Anis (Pimpinella anisum) é uma planta da família das Apiaceae. Anteriormente chamada Umbelliferae cuja fruta em forma de semente (também chamada semente de anis) é usada em confeitaria e em licores de sabor anis (por exemplo, o Ouzo). A fruta consiste em dois pistilos unidos e tem um sabor aromático forte e um odor poderoso. A semente de anis também é usada em alguns caris e pratos com frutos do mar, contra mal hálito e como ajudante digestivo. Todas as partes que ficam acima do solo de uma planta jovem de anis também são comidas como vegetal. Os caules se parecem com os do aipo na textura e são mais suave no sabor do que os frutos.

Por destilação, da fruta extrai-se um óleo volátil de anis, o qual é útil no tratamento de flatulência e cólicas infantis. Pode ser dada como Aqua Anisi, em doses de uma onça ou mais, ou como Spiritus Anisi, em doses de 5-20 gotas. O constituinte primário do óleo (até 90%) é a anetol, C10H12O ou C6H4[1.4](OCH3)(CH:CH.CH3.) Também contem methil cavicol, aldehido anísico, ácido anísico e terpene.

O anis estrela Chinês também contem anetol, mas botanicamente não está relacionado ao anis. Por causa de seu gosto e aroma similar, veio recentemente a ser usado no ocidente como um substituto (barato) do anis em confeitaria e também na produção de licor. De acordo com o Dicionário Bíblico Easton de 1897, o termo anis na Bíblia Cristã (Mateus 23:23) refere-se à erva conhecida hoje como salsa (Anethum' ou Peucedanum graveolens). É recomendado para cólicas, colites, flatulência, prisão de ventre e facilita a digestão e dispepsia.

O funcho, também conhecido por erva-doce, anis-doce, maratro ou finóquio, ou fiuncho é o nome vernáculo dado à espécie herbácea Foeniculum vulgare Mill. (sinónimo taxonómico de Anethum foeniculum L. e de Foeniculum officinale L.) uma umbelífera fortemente aromática comestível utilizada em culinária, em perfumaria e como aromatizante no fabrico de bebidas espirituosas e planta medicinal. O funcho é nativo da bacia do Mediterrâneo, com variedades na Macaronésia e no Médio Oriente, onde ocorre no estado silvestre, mas é hoje cultivado, sob diversas formas varietais, em todas as regiões temperadas e subtropicais.

O funcho é uma planta herbácea perene, de caules eretos múltiplos, com até dois metros de altura (mas em geral com menos de 80 centímetros), de cor verde intenso, por vezes glauco, tornando-se azulada quando em locais expostos à secura e a intensa radiação solar. As folhas são longas (até 40 cm) e delgadas, finamente dissecadas, terminando em segmentos filiformes a aciculares (com cerca de 0,5 mm de diâmetro), muito flexíveis, mas que, quando expostos à secura, endurecem exteriormente para evitar a perda de água. Produz inflorescências terminais compostas, umbeliformes, com 5 a 15 cm de diâmetro, contendo 20 a 50 flores pediceladas inseridas num único ponto do ápice da inflorescência, sobre pedúnculos curtos. As flores são minúsculas têm de 2 a 5 mm de diâmetro, amarelo a amarelo-esverdeadas. O fruto é uma semente seca, fortemente aromática, ovóide, de 4 a 9 mm de comprimento e 2 a 4 mm de largura, achatada e com entalhes longitudinais simétricos em ambos os lados. A raiz é rizomatosa, esbranquiçada e muito suculenta, armazenado grande quantidade de água. O cheiro e sabor característicos (em geral designados por "anis" ou "erva-doce") resultam da presença de anetol, um composto fortemente aromatizante.

A maioria dos botânicos tende a considerar o Foeniculum vulgare como a única espécie legítima do género, considerando as outras espécies descritas como meras formas. Assim, apesar das grandes diferenças morfológicas, de teor em óleos essenciais e de sabor e cheiro, as espécies antes descritas neste género parecem ser meras subespécies ou variedades de F. vulgare.

Dadas a presenças de óleos essenciais, a planta é muito resistente ao ataque de insectos herbívoros, sendo contudo hospedeira de alguns lepidópteros especificamente adaptados às suas características bioquímicas, incluindo formas larvais da Amphipyra tragopoginis e da Papilio zelicaon (que apenas se alimentam de umbelíferas). Dado o seu cheiro a anis, a planta é por vezes confundida com a Pimpinella anisum (o anis), uma espécie aparentada, mas muito diferente.

É frequentemente utilizada em pequenas quantidades na cozinha mediterrânica como planta aromatizante, podendo os seus caules, particularmente os das variedades menos ricas em óleos essenciais, serem consumidos em fresco como parte de saladas. Pode também ser incorporado em sopas, em particular sopas destinadas a serem consumidas frias. Um dos pratos típicos dos Açores é uma sopa de feijão e inhame com folhas e caules tenros de funcho. É frequente o seu uso como aromatizante em molhos, conservas de vegetais, curtumes e outros preparados semelhantes. Usada em baixas concentrações dá um aroma e sabor discretos, semelhante ao mentolado, mas bastante mais suave e doce. As sementes secas são utilizadas em chás e tisanas e como aromatizante em licores (como o anis) e bebidas alcoólicas destiladas (como a aquavit). Na Índia e China as sementes moídas são utilizadas para a produção de condimentos e especiarias, recebendo a designação de saunf ou moti saunf. As suas raízes são consideradas como tendo propriedades diuréticas, sendo por esta razão comercializadas pelas ervanárias. O chá de semente de funcho é utilizado para reduzir os gases intestinais, incluindo na primeira infância e em crianças lactentes. O anetol, o composto que lhe dá o cheiro e sabor característicos, é considerado estimulante das funções digestivas e carminativo, podendo ter propriedades coleríticas.

Em concentrações elevadas os óleos essenciais do funcho apresentam atividade inseticida, apresentando atividade neurotóxica. Este óleo faz parte da farmacopeia europeia. Em perfumaria os óleos essenciais do funcho são utilizados para perfumar pastas dentífricas, shampôs e sabonetes. Pelas suas características aromáticas e pelos usos medicinais do anetol, o funcho tem sido utilizado desde a antiguidade, sendo já cultivado no Antigo Egipto. Na Grécia Antiga era designado por μάραθον (marathon), estando na origem do nome Maratona (que afinal, em português seria Funchal), o local da mítica batalha de Maratona travada em 490 a.C. entre gregos e persas. A mitologia grega diz que Prometeu usou um talo de funcho para roubar fogo dos deuses. Existem múltiplas variedades cultivadas, a maior parte das quais selecionadas pela doçura e baixa concentração de anetol, o que permite o consumo em saladas. Outros cultivares são seleccionados para a obtenção de grandes concentrações de óleos essenciais, sendo utilizados para perfumaria e para a produção de condimentos. Uma variedade de funcho, originária da Macaronésia e designada por F. vulgare azoricum (Mill.) Thell., caracterizada por caules mais suculentos e doces e menor concentração de óleos essenciais, o que os torna facilmente comestível em fresco, é hoje comercializada com a designação varietal de Florence. Esta forma da planta é espontânea nos Açores e na Madeira. A sua abundância está na origem do nome da cidade do Funchal, a atual capital madeirense.

Anis-estrelado Illicium stellatum

O chá realizado com o anis-estrelado, além de saboroso e aromático, age como estimulante gastrintestinal no combate a azias, eólicas estomacais e catarros crônicos.
Anis-estrelado llicium verum

Sua origem é tida como chinesa. Lord Cavendish foi o primeiro a conhecê-la na China, no século XIX, e quem o introduziu na Europa. Descrição O anis-estrelado é uma árvore que pode chegar a até 10 metros de altura produzindo pequenas flores amarelas. Suas folhas são largas e de verde muito intenso, e o que mais caracteriza esta planta são seus frutos na forma de estrela, sendo que no interior de cada “ponta” existe uma semente. Esta árvore parece com o pé de eucalipto, e pode produzir até 4.000 frutos por colheita. Possui coloração marrom e forte aroma característico, sendo muito mais forte que a erva-doce ou o funcho. A parte utilizada do vegetal são os frutos com suas sementes. Muito rico em óleos essenciais, são utilizados principalmente como aromatizantes. Confusão de nomes Existe uma grande confusão com o nome "anis".

No Brasil refere-se ao anis estrelado, só que no resto do mundo o termo "anis" ou "anis-verde" é empregado quando se refere à planta Pimpinella anisum, que aqui no Brasil é chamada de "erva-doce". O anis-estrelado não é muito empregado no Brasil, provavelmente devido ao preço um tanto quanto salgado. Não é cultivado em nosso território, sendo importado principalmente da Europa.

Propriedades: É muito parecida com as ações da “erva-doce”, sendo muito empregado como digestivo e principalmente como carminativo, ou seja, facilita a eliminação de gases estomacais e intestinais, além de ser um excelente anti-espasmódico. É muito comum o chá para cólicas intestinais em recém-nascidos, mas deve-se tomar cuidado com os excessos, pois pode intoxicar as crianças. Outros usos Não temos muitas aplicações do anis-estrelado em nossa cultura, mas pode-se preparar um delicioso chá para ser tomado tanto quente quanto gelado. Pode-se ferver leite com alguns frutos do anis e empregar este leite na produção de bolachas, pães ou outros produtos. Usa-se também para a produção de licores ou outras bebidas alcóolicas. Os chineses utilizam apenas um fruto para temperar pedaços grande de carne, e acreditam que se cozidos juntamente com os frutos do mar evitariam possíveis envenenamentos. É muito empregado pela indústria farmacêutica, de bebidas e perfumaria. O nome Illicium vem do radical latino illicere, que quer dizer “atrair e seduzir”, daí vem o termo em português aliciar. O nome foi dado devido ao aroma forte e agradável que exala, realmente seduzindo as pessoas.

Indicações: Eliminação de gases estomacais e intestinais, cólicas intestinais em recém-nascidos. Digestivo, carminativo, anti-espasmódico.

Principios Ativo: Óleos essenciais
Toxicologia: Não encontrada até o momento, porêm nenhuma planta deve ser consumida em excesso.

http://celtic.bighost.com.br/ervas/anis-estrelado.html

ERVA DOCE Pimpinella anisum

Esta planta atinge até 35 cm de altura. Suas folhas são verdes, sendo as inferiores orbiculadas, as médias penadas, e as superiores inteiras ou bipartidas. As flores apresentam-se em buquês brancos e produzem frutos ovóides, ligeiramente alongados. Aroma e sabor quente e marcadamente doce.
ORIGEM - Egito.

COMPOSIÇÃO
- rica em celulose
- cálcio
- fósforo
- vitaminas do complexo B

PROPRIEDADES
- expectorante
- diurética
- digestiva
- coagulante

FUNÇÕES TERAPÊUTICAS
- alivia cólicas causadas por gases
- combate diarréia e vómitos

Em 1500 ªC. já era usada em alimentos e bebidas, além de ser aproveitada por suas propriedades medicinais. Os romanos usavam a erva doce no preparo de um bolo que era servido ao final dos banquetes. Na Antiguidade, esta erva era tão valiosa, que a Inglaterra pagava impostos sobre a sua importação. O período de safra vai de julho a outubro.

PARTES USADAS
Caule – xarope e licores
Raiz – (infusão) para efeitos diuréticos
Sementes – (infusão) alivia cólicas causadas por gases, combate diarréia e vômitos
Folhas – usadas como condimento e infusão

FORMAS EM QUE SE ENCONTRA: Fresca, desidratada ou em pó.

COMO CONSERVAR: Fresca – lave bem as folhas e coloque-as num recipiente fechado ou em sacos plásticos, e guarde-as na geladeira por três a quatro dias.

Seca ou desidratada – guarde-a em vidros fechados (de preferência escuros), em local protegido da luminosidade e umidade.

CURIOSIDADES MISTICAS: Se incenso é eficaz contra “olho gordo”, funciona como afrodisíaco, promove harmonia, paz e prosperidade.

USO GERAL: Utilizada na culinária e na cosmética. È usada na forma de sabonete para combater rugas, e para limpeza de pele, por suas propriedades de remover impurezas.

USO INDICADO EM ALIMENTOS
- carnes
- biscoitos
- bolos
- chás
- saladas
- arroz
- massas
- cremes com leite

http://www.sensibilidadeesabor.com.br/ervadoce.html

Medicinal Erva Doce:
Digestiva, diurética, carminativa e expectorante.O infuso das sementes facilita a digestão, alivia flatulência e cólicas intestinais, acalma excitação nervosa e insônia. Age contra a cólica de recém nascidos. As avós recomendavam que as lactantes tomassem em jejum para aumentar o leite.

Cosmética: A erva doce é utilizada na cosmética pelas suas propriedades de remover impuresas, sob forma de sabonetes, suavizando a pele. Tem também efeito anti-rugas.
Uso doméstico: Para o cansaço ocular, faça uma decocção com 2 colheres de sopa de sementes em 250 ml de água e ferva por 3 minutos. Deixe amornar, embeba duas gazes limpas e coloque nas pálpebras.

Uso culinário: Muito utilizada sob forma de semente para temperar biscoitos, pães e bolos (o de fubá já é tradicional). Vai também em tortas de frutas, maçãs assadas, caldas de doces e canapés. As sementes também temperam e dão aroma às carnes, linguiças na grelha, salames.

Suas folhas dão um toque especial às saladas e feijão branco. Os europeus costumam por um galhinho com folhas nos picles e conservas. As sementes maceradas lentamente na aguardente fazem o licor anisete. No quentão, tira o gosto ardido do picles, suavizando o sabor.

Uso mágico: Uma das ervas usadas como proteção.
Aromaterapia: O óleo essencial tem largo emprego nas indústrias alimentícias e de cosmética. No ambiente, a essência atua como aromatizante tranquilizador.

Nomes Populares
Erva doce, pimpinela, anis
Nome Científico
Pimpinella anisum / Família das Umbelíferas

Origem
Já era cultivada pelos egípcios em 1500 AC para alimento, bebida e remédio. Em outros tempos nativa no Mediterrâneo e Ásia Menor. Também cultivada no México.

Partes usadas
Sementes, folhas e bulbos

Lendas e Mitos
Os romanos faziam com a pimpinela o MUSTACEUS, um bolo que era servido ao final dos banquetes (foi o precursor dos bolos de noiva condimentados); era tão preciosa na Antiguidade, que a Inglaterra pagava impostos sobre sua importação.

Planta anual, de 30 a 35 cms de altura. Folhas verdes, as inferiores orbiculadas, as médias são penadas e as superiores são inteiras ou tripartidas. Flores em buquês brancos, com frutos ovóides, um pouco alongados. O plantio é de setembro a novembro. Gosta de clima ameno. Quando o objetivo do cultivo for as sementes, colher no verão, quando estiverem amarronzadas. As folhas podem ser colhidas à partir dos 15 cms.

O Tamiflu até 1996 era propriedade da Gilead Sciences inc., empresa que vendeu a patente aos laboratórios Roche. E na ocasiao o presidente desta empresa era o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, que até hoje permanece um dos principais acionistas. Em 2005, quando começou a se falar da gripe aviária, a Gilead desejou reaver o Tamiflu alegando que a Roche não se esforçava o suficiente para fabricá-lo e comercializá-lo. Ambas as empresas negociaram e constituiram dois comites, um para coordenar o fabrico mundial do fármaco e decidir a autorização a terceiros para fabricá-lo e outro comitée para a comercialização de vendas estacionais nos mercados mais importantes, inclusive Estados Unidos. Além disso a Roche pagou à Gilead regalias retroativas no valor de 62,5 milhões de dólares. Roche ficou com 90% da produção mundial de anis estrelado, árvore que cresce fundamentalmente na China e que se encontra também em Laos e Malásia, e que faz a base do Tamiflu. O cenário estava preparado, bastava agora encontrar pouco a pouco aves contagiadas pelo vírus em diferentes países, uma ave aqui, outra acolá. Isso, para criar alarme mundial com ajuda de cientistas e políticos pouco escrupulosos ou de escassa capacidade intelectual e dos grandes meios de comunicação que não se caracterizam por investigar o que publicam ou emitem, e na maioria das vezes estao comprometidos com os interesses destas corporações! O nome de Donald Rumsfeld aparece ainda unido a uma vacinação massiva contra a suposta gripe do cerdo durante a administração de Gerald Ford na década de 70. Resultando em mais de 50 mortes devido aos efeitos secundários. Também a FDA aprovou o aspartame quando Rumsfeld esteve no gabinete de Ronald Reagan, apesar de estudos durante dez anos anteriores não ter apontado dados que validassem o medicamento. E sabe-se agora que aspartame é prejudicial. Detalhe: Rumsfeld foi presidente do laboratório fabricante de aspartame. Também esteve envolvido no negócio das vacinas anti anthrax, vacinaram milhares de soldados norte-americanos, e o anthrax nunca foi uma ameaça! Lembram dos alardes anthrax na TV?

Ainda esteve envolvido na vacinação massiva de soldados com vistide, fármaco que supostamente evitaria os efeitos secundários da vacina contra a viruela. O vistide foi também um produto dos laboratórios Gilead Sciences inc.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Cártamo (Carthamus Tinctorius) e técnica de Meditação c/ Neale Donald Walsch

O óleo de Cártamo é um anti-oxidante natural que possui propriedades que podem acelerar o metabolismo das gorduras, auxiliando assim, no controle da obesidade. Estudos indicaram que esse óleo contém substâncias que atuam obrigando o organismo a usar a gordura acumulada como combustível contribuindo para uma maior eliminação de gordura. Isso acontece porque seus nutrientes conseguem inibir a ação de uma enzima específica (LPL- Lípase Lipoproteica). A enzima LPL tem como função transferir a gordura presente na corrente sanguínea para o interior das células adiposas, responsáveis por armazenar a gordura corporal e que compõem o tecido adiposo do corpo humano. Quanto maior e mais intensa a atividade desta enzima maior quantidade de gordura é armazenada dentro das células adiposas e, como conseqüência, a pessoa engorda. Portanto, os nutrientes do óleo de Cártamo, tem a capacidade de bloquear da ação da LPL, o que obriga o organismo a utilizar o estoque de gordura já existente como fonte de energia gerando a chamada lipólise, que é a queima de gordura. Óleo de Cártamo (Carthamus tinctorius L. é altamente ramificada, herbáceas, cardo-como anuais, geralmente com muitos espinhos acentuada nas folhas. As plantas são de 30 e 150 cm de altura com flores globulares cabeças e comumente, brilhante amarelo, laranja ou vermelho flores que florescem no mês de Julho. Cada ramo normalmente irá ter a partir de uma flor de cinco cabeças contendo 15 a 20 sementes por cabeça. Cártamo tem uma forte raiz ereta que lhe permite prosperar em climas secos, mas a planta é muito suscetível à geada lesão de tronco alongamento à maturidade. Usos Tradicionalmente, a cultura foi cultivada por suas sementes, e utilizados para coloração e aromatização alimentos, de medicamentos, e que torna vermelho (carthamin) e corantes amarelo, especialmente antes de mais barato anilina corantes tornou disponível. Durante os últimos cinquenta anos ou mais, a planta foi cultivada principalmente para os óleos vegetais extraídos de suas sementes. Em Abril de 2007, foi comunicado que geneticamente modificados cártamo, foi criado para criar insulina. Óleo de Cártamo é insípido e incolor, e nutricionalmente similares ao óleo de girassol. É usado principalmente como um óleo de cozinha, em molho para salada, e para a produção de margarina. Também pode ser tomado como um suplemento nutricional. INCI nomenclatura é Carthamus tinctorius. Cártamo flores são por vezes utilizados na cozinha como um substituto mais barato para o açafrão, e são, portanto, por vezes referido como "açafrão bastardo". Cártamo sementes também é muito comumente utilizado como uma alternativa ao girassol sementes em birdfeeders, como esquilos não gostam do sabor dela. A empresa farmacêutica SemBioSys está usando cártamo plantas transgênicas para produzir a insulina humana como a demanda mundial para a hormona cresce. Cártamo-derrived insulina humana está actualmente no PI / II ensaios sobre cobaias humanas. Phillip Stephan, SemBioSys Genetics Inc, produto boletim junho 2008. Existem dois tipos de cártamo que produzem diferentes tipos de petróleo: uma alta em monoinsaturados ácidos graxos (ácido oléico) e os outros em alta poliinsaturados ácidos graxos (ácido linoléico). Atualmente, o mercado petrolífero é predominante para a antiga, que é menor do que nos satura azeite, por exemplo. Cártamo óleo também é utilizado na pintura no local de óleo de linhaça, principalmente com o branco, pois não têm a tonalidade amarela que possui óleo de linhaça. Lana é uma cepa de cártamo que cresce no sudoeste do Estados Unidos, mais notavelmente Arizona e Novo México. Óleo de Cártamo - A palavra carthamus deriva do hebraico kartami, que significa tingir. Provavelmente originário da Ásia e África, é conhecido desde a Antiguidade como fonte de um corante amarelo utilizado em culinária (daí a designação de ‘açafrão bastardo’) e outro vermelho, a 'cartamina', ainda hoje muito utilizado no Sudoeste Asiático para tingir a seda. Sendo atualmente uma cultura importante na Índia, é também cultivado um pouco por todo o mundo. É uma planta oleaginosa, anual, altamente adaptada ás condições de semi-aridez, que já era cultivada na Ásia antes da Era Cristã. Os povos antigos cultivavam-na para extraírem de suas flores tintas vermelha e amarelas, que eram usadas para tingir tecidos de algodão e seda, e como corantes para uso culinário. A cartamina, substância alaranjada e insolúvel em água, é o corante mais importante extraído das flores desta planta. Atualmente, o cártamo é cultivado como planta oleaginosa ,sendo os principais produtores mundiais a China, Egito, Estados Unidos, Índia, México e Rússia. As sementes desta espécie possuem elevados teores de óleos (35 a 40%) de ótima qualidade, tanto para consumo humano, como para uso industrial. O óleo de cártamo encera altos teores de ácidos linoléico (70%) e oléico (20%) e baixa porcentagem de ácido linolênico (3%) Uma das características químicas mais importantes deste óleo é a sua poli-insaturação, a qual condiciona a presença de baixo conteúdo de colesterol, que é uma substância nociva ao organismo humano . Como óleo industrial, ele oferece potencialidades para muitos usos, sendo empregado na fabricação de tintas, esmaltes, sabões etc. o índice de iodo é de 135, o que o classifica no grupo dos ácidos graxos semi-secativos. A torta das sementes, que é um subproduto da indústria de óleo, possui cerca de 35% de proteína e é muito usada na alimentação de ruminantes. A produção média de sementes por hectare situa-se em torno de uma a três toneladas de acordo com a tecnologia empregada. É uma planta da família Compositae, que apresenta caule ereto, ramificado, com 80 cm a 150 cm de altura, de ramos pubescentes ou glabros com ciclo vegetativo em torno de 140 dias. O sistema radicular é bastante desenvolvido, pivotante, e atingindo 100 cm de profundidade.

sábado, 15 de setembro de 2012

Cravo-da-Índia (Eugenia Caryophillata) - Sem açúcar com afeto

O cravo-da-índia é rico em óleos essenciais, sobretudo eugenol, que tem ação analgésica e anticéptica. Também tem ação estomacal e bucal. Na Antiga Europa, as dores de dente eram aliviadas ao mastigar o cravo-da-índia. Devido à sua ação analgésica na forma de chá, ajuda a aliviar dores causadas por gripe e resfriado. O chá de cravo-da-índia com erva-doce é delicioso e ótimo para a saúde. Tintura de cravo-da-índia - Coloque 50 gramas de cravo em um litro de álcool etílico ou de qualquer bebida muito alcoólica, como, aguardente, rum e brande. Deixe repousar. Dentro de uma semana já está pronta para usar. Não precisa coar e dura anos. A tintura de cravo serve para dor de dente, inflamação na garganta, no estômago, no aparelho digestivo e para afecções da pele, inclusive micoses. Para prisão de ventre, friccione a barriga, em movimentos circulares no sentido horário, com 4 ou 5 gotas de tintura de cravo misturada com um pouco de óleo vegetal. A tintura também pode ser usada, junto com creme, bálsamo ou óleo vegetal, para massagear áreas doloridas. A dosagem interna é 1 ou 2 gotas em uma colher de sopa cheia de água 2 ou 3 vezes ao dia até desaparecerem os sintomas. ÓLEO DE CRAVO-DA-ÍNDIA - Indicado para unhas fracas, combate micoses de unha, frieira e manchas brancas nas costas. É antisséptico, antibiótico, antiviral, antifúngico, anti-inflamatório, antiparasitário e analgésico. É muito usado na odontologia como analgésico e antisséptico. Massageado na gengiva do bebê, alivia as dores da dentição. Para isso deve ser diluído em um pouco de água, pois sozinho pode causar queimadura na boca do neném. Receita de óleo de cravo-da-índia: 30 gramas de cravo-da-índia + 200 ml de óleo de oliva ou girassol. Misture tudo e cozinhe em banho-maria por uma hora. Deixe esfriar, coe e guarde em um vidro limpo e seco. Use esse óleo para massagear as unhas. Extrato de cravo-da-índia – Acabar com fungos e traças. Dissolvido em álcool ou água, pode ser usado como aromatizante ambiental. Misturado com água, funciona como antisséptico bucal. Uma colher de chá do extrato em um copo de água serve para coceira na vagina. Basta enxaguar o local 2 vezes ao dia, pela manhã e antes de dormir. Como fazer: 100 gramas de cravo-da-índia + Um litro de álcool de cereais. Misture tudo e coloque em um vidro escuro. Deixe guardado por 5 meses, coe e recoloque no vidro escuro. O açúcar é uma coisa tão refinada que vai direto para o sangue e causa uma série de alterações físicas e mentais no consumidor. O açúcar dá uma certa bobeira mental, cientificamente explicada pelo encontro da insulina com um aminoácido chamado triptofano que é rapidamente convertido no cérebro em serotonina, um tranqüilizante natural. Madame está nervosa? Dá água com açúcar pra ela que passa. Ou não é Na Índia, alguns séculos antes de Cristo, os médicos usavam o açúcar como remédio. Foi só ali perto do ano 600 que os Persas bolaram a rapadura, daí começou o tráfico. Na Europa não tinha açúcar, era importado e custava muito caro e só os nobres podiam comprar: Nada de drogas para os pobres. Em 1532, Martin Afonso de Souza instalou em São Vicente o primeiro engenho de açúcar no Brasil, movido a escravos, é claro; só 20 milhões de africanos dançaram nessa empreitada. Em 1665, a Inglaterra já importava 8 milhões de quilos por ano. Nesse mesmo ano, a peste bubônica matou 30.000 pessoas em Londres, pessoas que tinham acesso ao açúcar, porque no campo, entre os pobres ninguém morreu. Será que ninguém desconfiou da relação da nova doença e o espantoso consumo de açúcar? Já que o açúcar predispõe o corpo a infecções por causa da acidez exagerada que ele provoca. Desconfiaram, mas ficaram calados, pois seria um crime de lesa-majestade insinuar que a Coroa enriquecia às custas de um vício pernicioso. E ai ficou por isso mesmo e está assim até hoje. É UMA VERGONHA, QUE ATUALMENTE AS AUTORIDADES DE SAÚDE PERMITAM ISSO. Por volta de 1600, as autoridade inglesas sabendo que o açúcar boa coisa não era, proibiram severamente o uso do açúcar para apressar a fermentação de cerveja, É CLARO, ELES A BEBIAM! EM 1792, os melhores cientistas da Europa fundaram uma sociedade anti-sacarina. Em 1912, o Dr. Robert Boesler, dentista norte americano escrevia que a moderna fabricação do açúcar nos trouxe doenças inteiramente novas. O açúcar comercial nada mais é do que um ácido cristalizado. No passado, com seu alto preço, só uma minoria nobre podia utilizá-lo, contudo, agora o seu altíssimo consumo está causando a degeneração nos seres humanos e até em animais. Por exemplo: beija-flores que utilizam bebedouros de água com açúcar. Mas... e o açúcar mascavo orgânico, o mel, também fazem mal? Um exemplo bem simples para podermos entender: Um certo dia, andando pela mata, uma pessoa descobriu a cana-de-açúcar: Nossa, que delícia! e levou para sua casa. Bom... o mano conseguiu chupar 3 paus de cana em meia hora e ficou com a boca cansada. Ele devia ter ingerido aproximadamente 350 ml de um líquido contendo: água, sacarose, sais minerais, vitaminas, fibras, etc... Beleza, ele conseguiu digerir numa boa. Seu pâncreas nem reclamou. E agora, todo mundo chupa cana? Passado algum tempo, eis que: 'Pô mano, chupar cana num é mole não... num dá pra espremer o bagaço'? E inventaram a garapa. QUE MARAVILHA! Opa! péra aí... mas já era tarde, o mano começou a tomar garapa que nem água - 500 ml a 1 litro em 10 minutos. Aí o Sr. Pâncreas começou a reclamar porque estava fazendo horas extras todos os dias e insulina no mano! Um certo dia, alguém resolveu ferver a garapa, e saiu o melado de cana, muito mais concentrado: 10 litros de garapa virou um copo de melado. Que delicia! Vamos fazer um bolo?... Que nada, vai puro mesmo! E aí o mano virou o copo pra dentro. Imaginando a proporção: 10 litros de garapa dentro de um copo ingeridos em 10 minutos. É, gente... o pâncreas que se cuide! Para agravar a situação, os persas bolaram a rapadura, ainda mais concentrada, e logo após, as benditas refinações. Aí ferrou o jegue! Surge então uma doença nova e mortal: a DIABETES MELLITUS que fazia as pessoas eliminarem açúcar pela urina, ou seja, vazarem pelo ladrão. Inicia-se a era das novas doenças a degeneração da raça humana causada pelo mau uso do açúcar, que causa um STRESS absurdo no organismo e o pâncreas para de produzir insulina. Não bastando ainda, causa defeitos genéticos. Por exemplo: hoje, a cada 5 crianças que nascem, uma será diabética. Quando você decidir ter um filho, junte mais 4 casais e joguem palitinho para sortear qual terá o filho diabético. Hoje existem 6,5 milhões de diabéticos no Brasil. Morrem 300.000 por ano nos EUA. Portanto não importa se é açúcar orgânico, mascavo ou mel. O problema é a super concentração de açúcar, que quando ingerida, vai depressa demais para a corrente sangüínea, queimando todas as etapas da digestão, fazendo subir o nível da glicose no sangue, aí o pâncreas é obrigado a produzir uma quantidade extra de insulina. A insulina vai lá e abaixa o nível, aí dá vontade de comer mais açúcar. Sobe o nível e o pâncreas solta insulina, abaixa o nível... E assim por diante, até chegar uma hora que o pâncreas não entende mais nada. Você come um bombom seu pâncreas solta insulina para caixa inteira; é a HIPOGLICEMIA. Entre jovens e adultos, três a cada cinco tem a doença - estágio pré-diabético. SERÁ VOCÊ O PRÓXIMO? Como se não bastasse tanto malefício, a acidez causada pela ingestão concentrada de açúcar predispõe o corpo às infecções (como a conjuntivite) e também a vírus e bactérias. Se você acha isso que leu agora uma questão de opinião, então continue como está!... Ou então pare enquanto ainda é tempo, por amor a Si PRÓPRIO, a Deus e à Natureza! MAS NÃO PARE POR AQUI! Informe-se, discuta, reflita, passe para frente, descubra soluções, alternativas, pesquise! Afinal, fomos 'viciados' há centenas de anos, por pessoas inocentes que só queriam dar um gostinho mais doce para aquela vida tão amarga e preconceituosa dos nossos antepassados, que no final, por ganância e falta de escrúpulos de uma minoria, nos foi omitida a verdade sobre tão doce e perigosa droga. Sônia Hirsch

Magia da MIRRA (Myrrha commifora abissynica)

Quando entramos no departamento elemental do balsamodendro, de onde se extrai a mirra, vemos essas felizes crianças elementais em pleno éden, vestidas com túnicas e capas vermelhas. A mirra pertence ao ouro espiritual e associa-se com o incenso e com o ouro do espírito como pleroma inefável do Nirvana. A ciência da mirra é a ciência da morte. Há que se morrer para viver. Ha que se perder tudo para tudo ganhar. Há que se morrer para o mundo para se viver para Deus. Esta é a magia elemental da mirra. A essência monádica desse departamento elemental da natureza esta intimamente relacionada com o mundo do íntimo. O ouro espiritual esta dentro do imenso crisol do Nirvana. As mônadas particulares que constituem as essências monádicas de cada departamento elemental da natureza estão dotadas de veículos de densidades diferentes, ainda que não possamos dizer que estejam individualizadas porque ainda não possuem mente individual. Porém, estilo dotadas de inteligência cósmica e de inocência, poder e felicidade. Os devas ou anjos encarregados do manejo dessas essências monádicas revestidas de veículos durante o mahavântara são seus protetores, instrutores e fazem o trabalho espiritual dos grupos. Estão encarregados de impelir a evolução cósmica dessas essências monádicas revestidas de veículos cósmicos e conhecidas como elementais da natureza. As essências monádicas começam a demonstrar a sua individualidade própria quando estão passando pela evolução do reino vegetal da natureza. Não poderíamos dizer: a mônada de um pinheiro se encarnou num homem, mas poderíamos dizer: a mônada de tal homem esteve encarnada em um pinheiro antes de ter se individualizado como mônada humana. As essências monádicas têm que evoluir nos reinos mineral, vegetal e animal antes de sua individualização. Não podemos dizer que a mônada de Descartes esteve encarnada em uma árvore porque a mônada humana é uma mônada individualizada e humana, diferente da mônada vegetal. Porém, antes mônada e correto afirmar que a mônada de Descartes, da sua individualização, foi mônada animal, vegetal e mônada mineral. Entendemos por mônada o íntimo de todo elemental mineral, vegetal ou animal e o íntimo do ser humano compõe-se de Atma-Budhi-Manas. As mônadas dos elementais da natureza sao seres totalmente impessoais. Os elementais da mirra são crianças de encantadora beleza que possuem a felicidade do Nirvana. Agora, nossos discípulos entenderão porque se ofereceu ouro, incenso e mirra ao Menino Deus de Belém. O Arhat que aprende a manipular as essências monádicas de todos os departamentos elementais da natureza aprende a manejar a vida universal. As essências monádicas da grande vida fluem e refluem incessantemente com os grandes ritmos do fogo universal. Todas essas essências monádicas residem nas profundezas da consciência cósmica. Temos de aprender a manipulá-las para trabalhar nesta grande fabrica da natureza. As esferas superlativas da consciência cósmica foram classificadas pelos vedantinos na seguinte ordem: ATALA - Este é o primeiro plano emanado diretamente do Absoluto. A esse plano pertencem as hierarquias Dhiani Budas, cujo estado é o de parasamadhi ou Dharmakaya. Já não lhes cabe progresso algum, pois são entidades perfeitas que apenas aguardam a noite cósmica para entrar no Absoluto. VITALA - Este é o segundo plano vedantino. Neste loka estão os budas celestes que se dizem emanados dos sete Dhyani Buddhas. SUTALA - Este é o terceiro loka ou plano de consciência: o plano do som. A esse plano chegou Gautama neste mundo. Esse é o plano das hierarquias dos Kummaras e Agnishvattas. TALATALA é o quarto loka dos vedantinos. RASATALA é o quinto, MAHATALA é o sexto e PATALA, o sétimo. ATALA é o mundo da Névoa de Fogo, o mundo do íntimo. VITALA é o mundo da consciência. SUTALA é o mundo da vontade. TALATALA é o mundo da mente. RASATALA, o mundo astral, MAHATALA, o mundo etérico e PATALA é o mundo físico. Em ATALA estilo as essências monádicas cintilando como chispas virginais. Em VITALA está o sagrado fogo de Nosso Senhor de Jesus Cristo. Em SUTALA estão os elementais do éter universal. Em TALATALA, os elementais do fogo. Em RASATALA estão os elementais do ar. Em MAHATALA estão os elementais aquáticos e em PATALA, os homens e os elementais animais, assim como os gnomos. Esta é a classificação das velhas escrituras Védicas. Os sete planos cósmicos estilo povoados de criaturas elementais. As criaturas elementais descem da regido de ATALA até o mundo físico para evoluir através dos remos mineral, vegetal, animal e humano. A vida desce plano por plano até o mundo físico e depois sobe novamente às regiões inefáveis do Nirvana. Tudo vai e vem. Tudo flui e reflui. Tudo sobe e desce. Tudo vem de ATALA e volta para ATALA a fim de submergir finalmente na felicidade inefável do Absoluto. A mirra pertence à região de ATALA, de onde a vida desce para depois voltar a subir. A mirra e a magia do grande Alaya do mundo. Os sete tatwas da natureza estão povoados de criaturas elementais e essas criaturas elementais estão encarnadas nas plantas. Quem aprende a manipular a magia vegetal consegue manejar os tatwas. Veja-se o livro MEDICINA OCULTA do mesmo autor. O tatwa akasha é o paraíso das chispas virginais das substâncías monádicas do mundo do íntimo. O tatwa vayu é o elemento das criaturas que se agitam nos ares. O tatwa tejas é o elemento das salamandras do fogo. O tatwa apas é o elemento em que vivem as criaturas das águas. O tatwa pritvi é o elemento em que vivem os gnomos da terra. Essas criaturas inocentes estão encarnadas nas plantas e quem conhece a magia das plantas pode manejar os tatwas do universo. Com as plantas podemos acalmar as tempestades, soltar os furacões, desencadear tormentas e fazer chover fogo tal qual o fez o profeta Elias. A mirra relaciona-se como akasha que vive e palpita em tudo que foi criado. Tenho MIRRA plantada pelos jardins frontais e laterais da casa, e a estou espalhando por toda a chácara. Se você, meu Amigo visitante puder ter também em sua casa, ou apartamento (em vasos) plante-a! o astral destes pequeninos Seres elementais que a rodeiam irão alegrar, encantar e perfumar nossas vidas, mesmo que AINDA não possamos vê-los, podemos sentí-los. Estela Maris. Planta medicinal também conhecida como mirra-arábica e incenso. Esta planta medicinal possui propriedades antimicrobianas e adstringentes, que atuam de forma eficaz no tratamento de infecções na pele e na boca. Propriedades da Mirra Antimicrobianas; adstringente; antiinflamatória; anti-séptica; aromática; cicatrizante; desodorante; desinfetante; anestésica; rejuvenescedora. Para que serve a Mirra Fortalecer gengivas; pele envelhecida ou enrugada; acnes; aftas; úlceras; alergias de pele. Como usar a Mirra Chá: Adicionar 1/4 colher (chá) de extrato de mirra e 1/4 de sal marinho e 125 ml de água. Em água fervente. Realizar bochecho uma vez ao dia. Este tratamento é ideal para manter a boca livre de bactérias e tonificar o tecido gengival. Esta planta medicinal também pode ser encontrada em lojas de produtos naturais em forma de óleo, incenso e repelente para insetos. Efeitos colaterais da Mirra: Não foram encontrados efeitos colaterais. Contraindicações da Mirra: Mulheres grávidas; Mulheres em fase de lactação.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

AROEIRA (Schinus molle L.) o Bálsamo das Missões e UNHA DE GATO

Família: Anacardiáceas Sinonímia popular: Aroeira vermelha, aroeira mansa, corneíba Parte usada: Cascas , folíolos, sementes, frutos, óleo resinos Propriedades terapêuticas: Anti-diarréica, antileucorréica, adstringente, balsâmica, diurética, emenagoga, purgativa, estomáquica, tônica, vulnerária, antiinflamatória, fungicida e bactericida. Princípios ativos Óleo essencial: rico em mono e sesquiterpenos, em teor de 1% para as folhas e 5% para os frutos. Taninos, Resinas, Alcalóides, Flavonóides, Saponinas esteroidais, Esteróides, Triterpenos. O óleo essencial da Schinus terebinthifolius contém: cis-sabinol, p-cimeno, limoneno, simiarinol, alfa e beta pineno, delta-caroteno, alfa e beta felandeno, triterpenos como o ácido masticodienóico, 3 hidroximasticodiênomico, schinol, terechutona, baicremona e ácido terebentifólico. Para as sementes é citado um teor de óleo fixo da ordem de 14%. Indicações terapêuticas: Azia, gastrite, febre, cistite, uretrite, diarréia, blenorragia, tosse, bronquite, reumatismo, íngua, dor-de-dente, gota, ciática. Origem: Sul do Brasil (alguns autores consideram sua origem peruana) Uso medicinal As cascas e folhas secas da aroeira são utilizadas contra febres, problemas do trato urinário, contra cistites, uretrites, diarréias, blenorragia, tosse e bronquite, problemas menstruais com excesso de sangramento, gripes e inflamações em geral. Sua resina é indicada para o tratamento de reumatismo e ínguas, além de servir como purgativo e combater doenças respiratórias. Emprega-se também contra a blenorragia, bronquites, orquites crônicas e doenças das vias urinárias. Seu óleo resina é usado externamente como cicatrizante e para dor-de-dente. A resina amarelo-clara (a qual endurece ao ar tornando-se azulada e depois pardacenta), proveniente das lesões das cascas, é medicamento de larga aplicação entre os sertanejos, como tônico, nos casos em que usam cascas. Em outros tempos, a aroeira foi utilizada pelos jesuítas que, com sua resina, preparavam o "Bálsamo das Missões", famoso no Brasil e no exterior. A planta inteira é utilizada externamente como anti-séptico no caso de fraturas e feridas expostas. O óleo essencial é o principal responsável por várias atividades desta planta, especialmente à ação antimicrobiana contra vários tipos de bactérias e fungos e contra vírus de plantas, bem como atividade repelente contra a mosca doméstica. Este óleo essencial, rico em monoterpenos, é indicado em distúrbios respiratórios. É eficaz em micoses, candidíases (uso local) e alguns tipos de câncer (carcinoma, sarcoma,etc.) e como antiviral e bactericida. Possui ação regeneradora dos tecidos e é útil em escaras, queimaduras e problemas de pele. Externamente, o óleo essencial da aroeira brasileira utilizado na forma de loções, gels ou sabonetes, é indicado para limpeza de pele, coceiras, espinhas (acne), manchas, desinfecção de ferimentos, micoses e para banho. Em muitos estudos in vitro, extratos da folha da aroeira brasileira demonstram ação antiviral contra vírus de plantas e apresentam ser citotóxicos para 9 tipos de câncer das células. Em banhos é utilizado o decocto da casca de aroeira para combater úlceras malignas. Dosagem indicada Gota, reumatismo e ciática. Banho- ferver 26g de cascas de aroeira em um litro de água. Tomar, diariamente, um banho de 15 minutos, tão quente quanto possível. Um ensaio clínico feito com extrato aquoso das cascas de Schinus terebinthifolius na concentração de 10% aplicado na forma de compressas intravaginais em 100 mulheres portadoras de cervicite e cervicovaginites promoveu 100% de cura num período de uma a três semanas de tratamento. Gargarejos, bochechos, compressas, tratamento tópico de ferimentos de pele ou mucosas, infectadas ou não, cervicite, hemorróidas inflamadas, gengivas inflamadas. Cozinhar em 1 litro de água, 100g da entrecasca limpa e seca da Schinus terebinthifolius, quebrada em pedaços pequenos. Azia e gastrite. Utilizar os frutos cozidos de 2 vezes, cada vez com meio litro de água. Beber em doses de 30 ml duas vezes ao dia. Uso culinário A pequena semente do fruto da aroeira vermelha, redondinha e lustrosa, inscreve-se entre as muitas especiarias existentes e que são utilizadas essencialmente para acrescentar sabor e refinamento aos pratos da culinária universal. O sabor suave e levemente apimentado da aroeira vermelha, bem como sua bonita aparência, de uso decorativo, permite o seu emprego em variadas preparações, podendo ser utilizada na forma de grãos inteiros ou moídos. No entanto, a aroeira é especialmente apropriada para a confecção de molhos que acompanham as carnes brancas, de aves e peixes, por não abafar o seu gosto sutil. Introduzida na cozinha européia, com o nome de aroeira poivre rose (pimenta-rosa), a aroeira vermelha acrescentou um gostinho tropical à nouvelle cuisine. Outros usos Devido ao alto teor de tanino, é empregada nos curtumes para curtir peles e couros. As folhas maduras passam por forrageiras. No Peru, a aroeira é utilizada após fermentação para se fazer vinagre e bebida alcoólica. Contra-indicações Em todas as partes da planta foi identificada a presença pequena de alquil-fenóis, substâncias causadoras de dermatite alérgica em pessoas sensíveis. Sentar-se à sombra desta aroeira implica grandes riscos, pelos efeitos perniciosos que pode provocar. As partículas que se desprendem de sua seiva e madeira seca podem causar uma afecção cutânea parecida com a urticária, edemas, febre e distúrbios visuais. O uso das preparações de aroeira deve ser revestido de cautela por causa da possibilidade de reações alérgicas na pele e mucosas. Caso isto aconteça, suspenda o tratamento e procure o médico o mais cedo possível. Curiosidades Seus frutos são utilizados na Flórida para decoração de Natal, o que lhe conferiu a denominação de Christmas-berry. Em 1996, uma patente americana foi criada para um produto feito com o óleo essencial de aroeira brasileira, Schinus Terbinthifolius, como um remédio tópico de ação bactericida utilizado contra Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus para seres humanos e animais (um preparado para nariz, ouvido e peito). A mesma companhia criou uma outra patente em 1997 para um preparado similar usado para limpeza de pele e de ação bactericida. Bibliografia Plantas medicinais brasileiras. Edvaldo Rodrigues de Almeida. Plantas que curam. Editora Três. Plantas Medicinais no Brasil. Harri Lorenzi & F.J. Abreu Matos. Dicionário das Plantas Úteis do Brasil. M. Pio Corrêa. Herbs and Spices. Simon & Schuster´s Árvores Brasileiras. Harri Lorenzi Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do Ministério da Saúde que em fev2009 divulgou a Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (Renisus). Nesta lista, constam as plantas medicinais que apresentam potencial para gerar produtos de interesse ao SUS. Dentre algumas espécies, constam a Cynara scolymus (alcachofra), Schinus terebenthifolius (aroeira da praia) e a Uncaria tomentosa (unha-de-gato), usadas pela sabedoria popular e confirmadas cientificamente, para distúrbios de digestão, inflamação vaginal e dores articulares, respectivamente.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

LOSNA

O absinto (Artemisia absinthium), também conhecido por losna ou sintro, é uma planta da família Asteraceae. Na Grécia Antiga, esta planta era dedicada à deusa Artemis (Diana, entre os romanos, deusa da caça e da castidade). Daí a origem de seu nome científico. É uma erva originária da Europa e da Ásia, de folhas recortadas de cor cinzenta, de sabor amargo e que é utilizada como planta medicinal e na fabricação da bebida conhecida como absinto. O absinto contém pequenas quantidades de tujona, que se pensou outrora ser relacionado com o THC (tetraidrocanabinol), mas sabe-se agora que é um antagonista dos receptores GABA-A. O consumo excessivo de tujona pode causar espasmos e convulsões. A Losna é uma planta família Asteraceae, espécie endémica da ilha da Madeira com a denominação Artemisia argentea, L'Hér. Apresenta-se como um arbusto perene com até 1 metro de altura, lenhoso, ramoso, aromático, com tomento branco-acinzentado e folhas triangulares, de 3 a 8 centímetros. Apresenta capítulos pequenos, dispostos em inflorescências densas, com as flores do disco de cor amarela. Apresenta-se como uma espécie endémica do arquipélago da Madeira, onde vive em locais rochosos da zona litoral Sul da ilha da Madeira e das ilhas Desertas, sendo bastante comum nos picos e ilhéus da ilha do Porto Santo. A Losna apresenta floração entre Abril e Agosto. Ao longo dos tempos esta planta foi utilizada na medicina do aparelho digestivo, particularmente do estômago e como tónica, sendo que também foi considerada emenagoga. Teve também utilização como planta ornamental na jardinagem. Abrótano (Artemisia abrotanum) é um nome comum de uma planta aromática da família das compostas encontrada na Europa, com propriedades medicinais. Também é conhecida por muitos nomes como "aurónia", "losna", "abrótega", "abrótica", "abrótono", "alfacinha-do-rio", "artemísia", "erva-lombrigueira". O abrótano juntamente com artemísia e absinto formam o género Artemisia, que leva o nome de uma deusa da mitologia greco-romana, Ártemis. O abrótano tem forte odor de cânfora e foi historicamente utilizada como uma erva aromatizante de ambientes. Ele forma um pequeno arbusto espesso, que é amplamente cultivada por jardineiros. As folhas são pequenas, estreitas e de penas. As pequenas flores são amarelas. Ele pode ser facilmente propagados por estacas ou por divisão das raízes. O abrótano é antisséptico e mata vermes intestinais. Foi utilizado no tratamento do fígado, baço e problemas de estômago. É raramente utilizada medicinalmente hoje, exceto na Alemanha, cataplasmas, onde são colocadas as feridas, lascas e as condições da pele e é utilizado ocasionalmente para tratar queimaduras. As folhas são misturadas com outras ervas em banhos aromáticos e é dito para combater a insônia. Uma infusão das folhas é dito para funcionar como um repelente natural de insetos quando aplicadas na pele ou, se utilizados como lavar o cabelo é dito para combater a caspa. Também era feita para combater asma, frieira, tuberculose, dirtúbios menstruais. Os romanos acreditavam que os homens protegidos de impotência. Diz-se também que os homens jovens em áreas como a Espanha e a Itália esfregava as folhas frescas de abrótano em seus rostos para promover o crescimento da barba. Nas áreas rurais, onde o abrótano era conhecido como "amor de jovem" e "seduzindo a moça", a erva adquiriu uma reputação para aumentar a virilidade dos homens jovens. Foi popularmente empregada em poções de amor e meninos adolescentes esfregou uma pomada no rosto para acelerar o crescimento de pelos faciais. O abrótano foi colocado debaixo do colchão na Grécia Antiga e Roma Antiga para despertar a luxúria em seus ocupantes. Um corante amarelo pode ser extraído dos galhos da planta, para uso com lã. Suas folhas secas são usadas para manter as traças longe de roupeiros. Queimado como um incenso, o abrótano combatia contra problemas de todos os tipos, e espanta cobras. O óleo volátil das folhas é responsável pela forte, acentuado, aroma que repele traças e outros insetos. Era costume colocar a erva, entre roupas, ou pendurá-las nos armários, e esta é a origem do seu nome em francês (garderobe): "guarda-roupas". Juízes preparavam ramos de abrótano e a arruda, para se protegerem de doenças contagiosas do prisioneiro, e alguns paroquianos invocado aroma acentuado da erva para mantê-los acordados durante longos sermões. O pungente, folhas e flores perfumadas são usadas em chás. Os brotos jovens foram usados para deixar sabor em bolos e pudins. Na Itália, é usada como uma erva culinária. Fernanda Gomes - Vocal + Baixo Débora Gomes - Guitarra + Backing Vocal Marcelo "Índio" Pedroso - Bateria Video Credits: Direção: LM Fontoura Fotografia: Pablo Escajedo Arte: Pedo Karam montagem e finalização: Daniel Laimer

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Alpiste + Q Comida de Passarinho

O alpiste passou por profunda pesquisa na Universidade Nacional do México em função do alto valor protéico e dos seus aminoácidos estáveis que podem circular seguros e indestrutíveis pelo organismo. A gramínea é originária do Mediterrâneo e comercializada em todo mundo apenas como alimento para pássaros domésticos. O resultado da pesquisa revelou que o alpiste tem a capacidade de recarregar e curar o organismo humano. Também, o leite de enzimas do alpiste (um copo) apresenta mais proteínas do que dois ou três quilos de carne. Segundo os dados da universidade mexicana, as enzimas do leite de alpiste desinflamam nossos órgãos, em especial o fígado, os rins e o pâncreas. Elas acabam com a diabetes em semanas, curam a cirrose e o fígado porque conseguem aumentar o número dos hepatócitos. Os rins ao serem recarregados com as enzimas do alpiste passam por uma saudável diurese que elimina o excesso de líquidos do corpo. Também reduz a hipertensão e, por possuir a enzima lipase que dissolve rapidamente depósitos de gordura das veias e artérias, é grande remédio contra obesidade e restaurador da tonicidade muscular. Este leite de enzimas reduz taxas altas de colesterol e previne o afunilamento das artérias. Como é diurético funciona em casos de cistites, abundância de substâncias nitrogenadas no sangue, ácido úrico, gota, hipertensão arterial, edemas, sobrepeso acompanhado de retenção de líquidos, gastrites e úlcera do estômago. O leite de enzimas do alpiste também reduz problemas relacionados à urina, pedras nos rins e bexiga. Por ser emoliente relaxa e abranda as partes inflamadas, além de refrescante se usado externamente em eczemas. Consumir leite de alpiste é uma injeção de saúde e uma forte vacina contra diabetes ou qualquer outra enfermidade que ocorra por altos índices de acidez sanguínea. Portanto, é importante consumir pelo menos dois ou três copos do leite de alpiste para assegurar uma figura delgada e saudável, obviamente acompanhada por uma mente sã e leve. Preparo do leite de enzimas Durante toda noite, deixe de molho cinco colheres de alpiste. Pela manhã, despeje a água em que as cinco colheres de alpiste ficaram de molho e, com um litro de água nova e limpa, bata o conteúdo no liquidificador. O resultado será um leite espumoso de sabor suave que deverá ser ingerido em jejum ou com alimentos sem açúcar; ingerir também, antes de dormir. O ideal é beber, pelos menos, dois a três copos no dia. Nunca adicione frutas ou açúcar ao leite das enzimas. Açúcar refinado é o veneno que destrói as enzimas e os benefícios de qualquer alimento. Nada sobrevive ao açúcar refinado. A acidez mata as enzimas. PARTES USADAS: Sementes ORIGEM DO PRODUTO: Importado do Canadá DESCRIÇÃO: Alpiste (Phalaris canariensis) pertence à família Poaceae e gênero Phalaris. Morfologicamente apresentam folhas longas e finas, normalmente são herbáceas silvestres e suas hastes são ocas. Normalmente são utilizadas as sementes, porém podem ser utilizados os frutos também. INDICAÇÃO: Para humanos a indicação mais comum do alpiste é para terapia de diurese, mas também é indicado para quem precisa ou quer emagrecer, sempre associada a uma dieta balanceada. É um grão muito rico em fibras, o que facilita o trânsito intestinal e auxilia o organismo na eliminação de toxinas ingeridas e absorvidas durante as refeições. É também indicado para quem tem diabetes, pois suas propriedades também incluem aliviar ou sanar edemas e tratar a retenção de líquidos. Alguns estudos ainda trazem informações que o alpiste pode ajudar no controle da pressão arterial. MODO DE USAR: Há muitas maneiras de se ingerir este grão: em forma de chá, ou incrementando uma massa de pão com seus grãos, ou ainda depositar os grãos em uma salada, ou fazer uma espécie de farinha de alpiste e utilizá-la em sucos, sopas ou onde desejar. CHÁ - Coloque 1 colher de sopa de erva para meio litro de água, ferver por 5 minutos, desligue. Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos. Em seguida, é só coar e beber. "Grande é a poesia, a bondade e as danças. Mas o melhor do mundo são as crianças." Fernando Pessoa "ERA UMA VEZ... UM SONHO... o sonho de manter acesa a chama vibrante, intensa e colorida da infância. Um tempo marcado pelo encantamento da atmosférica onírica que rege a primeira e mais importante fase de nossas vidas. Uma época singular, rica pessoal e intransferível..." Pedagogia do Amor - Gabriel Chalita Como criar um Boneco Ecológico Tava por ai quando lembrei dos famosos bonecos ecológicos, (existia bastante deles na minha infância) uma atividade que integra o fenômeno da Vida de forma divertida! Nesses bonecos, podemos observar o crescimento das plantas. Os bonecos ainda auxiliam no estudo dos seres com vida e sem vida. Feitos de meia calça contém terra e sementes de alpista dentro. Por fora, os bonecos podem ser enfeitados e caracterizados com olhos, nariz, boca e orelhas criando fisionomias diferentes. Material Necessário: - 3/4 meia calça - 100 gr de alpiste ou painço - 300 gr de serragem - 01 tubo de cola - 01 tesoura sem ponta - Enfeites para seu boneco ecológico Como fazer: 1°passo: Misture o alpiste com um pouco de serragem, para começar a encher a meia até onde você quiser que nasça o cabelo do boneco. 2° passo: Preencher o restante da meia com serragem pura. Ao terminar, amarre e corte o que sobrar da meia. 3º Passo: Faça a modelagem em forma de bola e monte o boneco; 4º Passo: Use a sua imaginação, criando diferentes tipos de bocas, olhos e detalhes; Depois, basta molhar o boneco uma vez por dia e somente na região da cabeça, para acompanhar o crescimento do “cabelo verde”, ai você corta e espera crescer de novo, Emagreça com saúde com remédio natural para emagrecer leite de alpiste Muitas pessoas sofrem com aquelas gordurinhas acumuladas e não sabem o que fazer, tem vergonha de ir a academias e se empanturram de remédios mas nada da certo. Que tal um remédio simples de fazer e ainda por cima natural? Aposto que não conhecem o remédio natural para emagrecer leite de alpiste, é muito fácil a preparação e vou ensinar. O que preciso para fazer o remédio natural para emagrecer leite de alpiste: Os ingredientes são muito fácil você precisa de alpiste e água. Modo de preparo: Você deve deixar o 7 colheres de alpiste dentro de um recipiente com 1 litro de água de molho na geladeira por 24 horas, após esse período deve se jogar aquela água suja fora e voltar a por mais 1 litro de água limpa. Bater no liquidificador por 5 minutos, e após coar com uma peneirinha extra fina para coar bem, conservar sempre na geladeira. A pergunta agora deve ser como devo consumir o remédio natural para emagrecer com leite de alpiste: Deve tomar 1 copo, uma hora pelo menos antes de cada refeição, não se esqueça de evitar carboidratos durante a noite. Esse esse remédio para emagrecer natural, leite de alpiste é excelente para pessoas portadoras de diabetes e colesterol. Pessoas diabéticas devem beber após as refeições, mas para quem quer emagrecer pode perder até 3 kg em menos de 1 mês. Esse remédio é eficaz e já esta ajudando a muita gente, e com outros benefícios para sua saúde exemplo: intestino preso nunca mais! Entre outros benefícios, emagreça já. http://www.nacaodoscanarios.com http://www.chaecia.com.br http://www.tudonovo.org http://www.lamentavell.com.br

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Alecrim

O alecrim é uma planta cercada de misticismo. Planta de aroma forte e agradável e com propriedades estimulantes, o alecrim pertence à família das labiadas e é originário da região do Mediterrâneo, Canárias e Madeira. Diz a lenda que quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-Las. O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais. Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã. Obrigada, gentil alecrim! - disse Maria. Daqui por diante ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos. Eu abençôo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria. Entre os povos grego e romano era tida como uma erva sagrada. Usada como incenso ou carregada como amuleto para atrair bons fluídos, principalmente em casamentos, e afastar mau-olhado, quebranto e inveja. Na Idade Média, era usada como defumador e fumigantes em dormitórios com pessoas enfermas. Também os egípcios usavam o alecrim em seus ritos, visto que os túmulos têm vestígios da planta. A busca da cura da alma, através do alecrim, também revelou aos povos antigos o caminho para a cura do corpo físico. A versatilidade terapêutica da planta demonstrada nas propriedades analgésica, anti-depressiva, anti-reumática, anti-séptica, anti-espasmódica e adstringente, entre outras. Atributos: Fortalecimento da saúde, do amor e proteção espiritual. Indicações: As flores do alecrim são utilizadas em chá contra a clorose (palidez na menstruação), histeria, inapetência, nervosismo, tosses, indigestão, bronquites e asma. Como banho, é bom para problemas de pele. O chá provoca um suadouro. Purifica o sangue, tônico do coração. Estimulante, antiespasmódico e ligeiramente diurético. Atua como colagogo (sobre a secreção biliar), para dor de cabeça, cansaço físico e mental. Equilibra a pressão arterial. Problemas renais. Problemas digestivos - Faça um chá (infusão – água quente sobre a planta, tapar, deixar de 10 a 15 minutos) com as folhas. Indicado também contra a falta de apetite e problemas intestinais. Ajuda em casos de hepatite, amenorréia e dismenorréia. Para esgotamento cerebral e depressão leve. Uso Medicinal O alecrim é uma planta que ama o calor e a vida. Ele aquece e estimula o cérebro e o corpo. É ótimo como cardiotônico e ajuda a diminuir os níveis de colesterol no sangue; atua como estimulante, anti-reumático, resolve rapidamente dores de estômago e azias e restitui a energia dos cansados e estressados por muito esforço mental. Por sua qualidade penetrante, é muito eficiente no tratamento de problemas respiratórios, desde o simples resfriado, catarro, sinusite até casos de asma (a inalação é o uso mais indicado). Usado externamente, por sua poderosa ação anti-séptica, é excelente para limpar feridas, principalmente de diabéticos e pessoas que tem dificuldades de cicatrização. O alecrim é usado pela medicina Antroposófica como uma planta calorífica que ativa o sangue sendo indicada para a anemia, menstruação insuficiente, e contribuindo, também, para assimilação do açúcar (nos diabéticos) e para refazer o sistema nervoso depois de uma atividade intelectual. Efeitos Energéticos Diz-se que o alecrim é um “Costurador do Plexo Solar”. Ele restitui rapidamente a energia perdida, dá mais estrutura de trabalho aos que lidam muito com o mental racional, é uma das ervas que ajuda na depressão e estados permanentes de cansaço por problemas emocionais. Ajuda, também, muito as crianças com uma estrutura emocional passiva, as que não respondem de forma concreta às agressões da vida. Aumenta a capacidade de aprendizado. É a planta chave da falta de auto estima. Atua nos desconfiados, nos que não acreditam em si mesmos, nos que não têm coragem de se lançar em novos projetos. É a erva da coragem. É uma erva que tonifica as pessoas e os ambientes. É considerado também um poderoso estimulante natural, favorecendo as atividades mentais, estudos e trabalho. Favorece e fortifica o ânimo e vitalidade das pessoas. Agindo em conjunto com arruda, “segura” as energias de inveja, mau-olhado e fofocas. É possível ativar todos esses benefícios também através da aromoterapia, utilizando aromatizantes com a fragrancia do alecrim. Aprenda a fazer o seu aromatizador de ambientes Uso Cosmético Vinagre de alecrim ou chá bem forte no cabelo depois de lavado estimula a saúde dos folículos capilares e evita a calvície (escurece os cabelos também, então não é indicado para loiros). Na pele, restabelece o ph natural (é ligeiramente adstringente). O óleo de alecrim é bom para passar no corpo após o banho. Tônico facial de alecrim: 1½ xícara de água, 1 maço de alecrim, ½ dose de conhaque. Ferva o alecrim na mistura de água e conhaque por 15 minutos. Filtre e conserve em vidro escuro. Para pele precocemente envelhecida: deixe 50gr de alecrim em infusão em 1 litro de água fervendo por 10 minutos. Coe, coloque em garrafa previamente esterilizada e use para fazer compressa no rosto após a limpeza. Conserve na geladeira. Um cheirinho de Alecrim. Há dias em que se tem a impressão de se estar dentro de um espesso nevoeiro. Tudo parece monótono e difícil e o coração fica triste. É a noite escura da alma. Era meu aniversário e justamente um destes dias estranhos, quando uma voz interior me disse:- Você precisa tomar chá de alecrim! Fui ao jardim e lá estava nosso viçoso pé de alecrim. Interessante é que quase todos que visitam nossos jardins demonstram afeição e respeito pelo alecrim. Confesso que nunca liguei muito para ele. Mas, naquele dia, com toda reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e o servi em uma linda xícara. O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, senti a mente ir clareando. Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo corpo e senti enorme felicidade no coração. Fiquei muito impressionada com a capacidade dessa planta transmitir alegria. Aliás, o nome alecrim já lembra alegria. Resolvi pesquisar a respeito e - veja só que maravilha! O alecrim - Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea - foi muito apreciado na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a Água da Rainha da Hungria, famosa solução rejuvenescedora. Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um anjo (um monge?)quando estava paralítica e sofria de gota. Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria. O rei da Polônia chegou a pedi-la em casamento! Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, para recuperar a alegria. Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo. Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o corpo. Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sangüínea. Também atua no fígado. E uma melhor irrigação dos órgãos estimula o metabolismo. Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão de Jesus que o tornou capaz de livrar-se do vício. Jesus lhe sugeria que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris. O alecrim é digestivo e sudorífero. Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intelectual. É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para curar resfriados e bronquites, para cansaço mental e estafa; ainda para perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado. O alecrim é originário da Costa do Mar Mediterrâneo. É também conhecido pelo nome de "Rosmarinus" que lembra a denominação latina "rosmarinus" - "rosa do mar". Para os romanos esta planta simbolizava o amor e a morte e por isto era plantada próximo à soleira das portas das casas. A igreja católica também o usava nos seus rituais, queimando-o como incenso. Até hoje diz-se que o alecrim é um excelente amuleto contra o "mal olhado". Na culinária é recomendado para carnes de porco, cabrito carneiro e peixe. É usado também para aromatizar vinagres e óleos. Observação: Por ter um sabor muito forte, deve ser usado com moderação. Alguns raminhos de alecrim jogados sobre as brasas enquanto se faz churrasco, deixa a carne com um aroma delicioso.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O que é FITOTERAPIA

A fitoterapia é o tratamento de enfermidades do corpo através das plantas medicinais, pois nelas se encontram a maioria dos principios fundamentais em termos de materia prima para a produção de remédios alopáticos e homeopáticos dentre outros. As plantas medicinais possuem as propriedades de absorverem as variadas modalidades de energias oriundas do meio ambiente, quer seja do magnetismo solar ou lunar. Em consequencia da absorção dessas modalidades de energias, os vegetais apresentam duas propriedades fundamentais, que são: Metabolismo Primário e Secundário.

Metabolismo Primário - Responsavel pelas funções vitais do organismo do Reino vegetal.
Metabolismo Secundário - Produz substancia tambem conhecidas como principios ativos das plantas medicinais.

Os medicamentos produzidos pela ciência oficial, tendo como base os principios Galenicos, ao isolar os principios ativos das plantas, dos demais componentes, rompe-se o equilibrio biologico, e os medicamentos sintetizados, produzem efeitos colaterais conhecidos como iatrogenicos, na maioria das vezes desfavoráveis à saúde e ao bem estar do ser humano, levando em consideração que o principio ativo de uma planta, é apenas um fator isolado de sua atividade curativa, e não um conjunto de fatores como é observado em fitoterapia. O Brasil é o maior celeiro de plantas medicinais, porém, só o brasileiro não despertou para essa realidade. A Natureza é uma mãe, mestra e serva, uma farmacia divina, sempre disponivel para todos nós. Nossos antepassados usavam as plantas medicinais como terapeutica natural.

Há muito tempo não se houve falar nas plantas medicinais, a tal ponto que os jovens quase não conhecem esses remedios. No Brasil a tradição cultural dos indios dos caboclos e dos africanos, corre o risco de desaparecer por causa da imposição dos habitos e costumes cultural de outros países e de interesses economicos das industrias quimica de remedios. Até o principio do século os medicamentos ou remedios eram elaborados principalmente a partir das ervas, sob a forma de extratos, tinturas e elementos minerais, isto fazia com que o Brasil se colocasse em equilibrio tecnologico com outros países, pois possuia e possui uma flora riquissima, podendo dispor dela com auto-suficiencia para a produção de medicamentos. Na década de 1930 com o advento da segunda guerra mundial, que infelizmente o Brasil teve que participar, houve a necessidade da fabricação de remedios em larga escala, desenvolvido por sintese química, principalmente antibióticos e anti-inflamatórios que permaneceram em uso até os dias atuais.

TERAPEUTICA FITOTERÁPICA (Chás)
INFUSÃO - Adicionar agua fervente sobre as ervas ou flores num recepiente, abafar, aguardar de 10 a 15 minutos, deixar esfriar, coar e tomar.
DECOCÇÃO - Colocar as ervas num recepiente, adicionar agua e ferver entre 5 a 10 minutos, esfriar e coar antes de ingerir (talos, cascas e raizes...) Exitem ainda outros tipos de preparados conhecidos como: Maceração, Cataplasmas, Compressas, Pastas, Gargarejos, Unguentos, etc.


FORMAS FARMACEUTICAS EM FITOTERAPIA
O conteúdo dessa informação não oferece soluções para problemas complexos, na maioria das vezes causados pela propria ciencia oficial de saúde, mas sim, para orientar pessoas interessadas em enfrentar as situações de enfermidades mais comuns, propiciada pela terapeutica dos principios ativos contidos nas plantas medicinais, através de seus extratos, tinturas, infusões e outros, que devem ser empregados de acôrdo com a causa da doença que se deseja combater. Os compostos químicos das Plantas medicinais, que é a parte terapeutica conhecidas como principios ativos, podem estar concentrados nas raizes, folhas, flores, rizomas, talos, caules e sementes.


FITOTERAPIA E MEDICAMENTO
Extratos Medicinais - São extratos fluidos que possuem seus principios ativos solubilisados nas partes das ervas.
Extratos oleosos - São conhecidos também como oleos medicinais e são obtidos pela transferencia dos principios ativos das plantas medicinais para certos óleos fixos.
Pomadas - São formas farmaceuticas de uso externo, constituidas principalmente de substancias graxas(Vaselina, glicerina...), e tem como objetivo lubrificar e proteger a pele.
Pós - Os pós medicinais em fitoterapia e homeopatia, são formas farmaceuticas, usados em feridas profundas das pernas, no couro cabeludo, em brotoejas, assaduras e pruridos.

COSMÉTICA E FITOTERAPIA
Sabonete em barra - Feito com base glicerinada, é utilizado na higiene e limpeza, possui pH levemente alcalino; de aroma suave pode ser usado por todo tipo de pele.
Sabonete líquido - Sabonete medicinal, feito à base de coco purificado, água boricada, alcanolamidas graxas de coco e ervas medicinais.
Shampoos - São preparações sintetizadas através de compostos destinados à higiene e limpeza dos cabelos e couro cabeludo, sendo portanto antissépticos e antisseborreicos pela ação dos principios ativos das ervas medicinais incorporados aos mesmos através de extratos glicolicos.
Tonicos capilares - São tinturas de ervas medicinais que atuam no couro cabeludo através de seus principios ativos, desde quando antes do tratamento se faça uma limpeza com shampoo e passe uma escova para acelerar a corrente sanguinea na raiz dos fios.
Condicionadores - São produtos que apresentam caracteristicas bactericidas e antissepticas, neutralisando as cargas eletricas provenientes das lavagens com shampoos ou sabonetes, evitando assim a repulsão que se verifica entre os fios e em consequencia auxiliam a manutenção do penteado.
Extrato Glicólico - São formas farmaceuticas usadas como tônico capilar, hidratantes e tambem em shampoos, sabonetes, condicionadores e outros medicamentos de uso tópico.
Cremes - São misturas de substâncias graxas ou uma emulssão pastosa que se aplica na pele para hidratação e amaciamentos das zonas em tratamento. Não é aconselhavel usar o creme durante o sono em qualquer horario, pois tanto o cérebro quanto o rosto recebem maior fluxo de sangue nesta hora. Possuem grande eficacia no caso de celulite, gordura localizada, previnem e retardam a fragilidade dos vasos capilares, destroem celulas mortas e formam novas células, retardam o envelhecimento, amaciam a pele, cicatrizam ferimentos, combatem herpes, psoriase, micoses, picadas de insetos.

Bolívar Campos Lima
Fitoterapeuta diplomado em Química com especialidade em Fitoquímica.
email: bolivarcl75@gmail.com
Tel: (71)3012-3278

O objetivo deste projeto foi elaborar um diagnóstico da situação da pesquisa e desenvolvimento de fitoterápicos no Brasil, que envolve desde o aproveitamento dos recursos da biodiversidade até os aspectos técnico -científicos relacionados à produção industrial. Este trabalho durou cerca de três anos,(2002 e 2005), patrocinado e chancelado pelo CNPq e FIOCRUZ, sob a Coordenação Geral do Dr. Antonio Carlos Siani, do Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fundação Oswaldo Cruz e da Diretora Sueli Nascimento.

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Mais saborosos cogumelos

Olha a onda aiiii gente....

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