segunda-feira, 30 de junho de 2008

Escola Julio Mesquita - Curso de Meio Ambiente



Projeto: JCnavegaSOL

Está em fase de revitalização e remanejamento de uma area com aproximadamente 2 mil m2, com possibilidade de ampliação para um total de 8 mil m2. Localização: Mairiporã - Condominio Grande Sertão, no alto da serra da Cantareira (870 m de alt.).

O destino no uso do local nos últimos 25 anos, históricamente para uso de lazer e recreação familiar. Seus antigos proprietários formaram jardins e pomares de maneira aleatória, gerando uma complexa vegetação, sem critérios no uso racional do solo, como conseqüência, assistimos permanente conflito de espécies e plantas para a obtenção de sua sobrevivência em relação a captação solar, a períodicidade de chuva em terreno com muita pedra pouca àgua subterranea e forte nível de aclive acidentado.

O projeto JCnavegaSOL tem o proposito de:

I - Tratar e enriquecer o solo com aplicação de adubo de origem orgânica / compostagem / minhocário;

II - Revitalizar o pomar, com diversas espécies já em produção, introduzindo novas espécies;

III - Implementar do Herbário, Cultivo comercial de Aniz e implementação de ervas medicinais;

IV - Implementar Fulgicultura (Champion Paris / Shitake);

V - Implementar horta de subsistência(sementeira e viveiro);

VI - Remanejar Jardim (espécies em profusão: Ortências / Azaléias), fomento do orquidário.

Todas as atividades, informações, aspectos visuais, estudos em relação as espécies alvo de pesquisa, estarão disponibilizados no blog: jcnavegasol.blogspot.com

Objetivo :

Prioritário - Equilíbrio na distribuição da area compativel as necessidades de cada tipo de vegetação em harmonia com areas de pratica recreativa sem conflito comtemplativo para efeito turístico.

Concientização e desenvolvimento no senso ecológico no manejo da vegetação que inclui espécies nativas da mata Atlântica.

Secundário - A região está dentro de Area de preservação ambiental com potencial turístico em desenvolvimento pelo circuito "Entre Serras e Àguas".

Público - Alvo: Grupos familiares e convidados, Equipes de estudos ambientais de ONG´s - Ocip´s, escolares e universitários em atividades complementares.

Participantes: Gestores - Julio Cesar / Solange Helena e voluntários.

Metodologia: aplicação e pratica do campo em datas e horários disponivel.

Avaliação: Em relação ao curso, pretendemos oferecer um vaso personalizado com alguns pés do 1ª cultivo comercial de Aniz.

Carambola

Averrhoa carambola; Oxalidaceae, também conhecida como star fruit em virtude de ter cinco gomos e quando cortada parece uma estrela de cinco pontas, fruto da caramboleira, é uma árvore ornamental de pequeno porte, de flôres brancas e purpúreas, largamente usada como planta de arborização de jardins e quintais.

Originária da Índia, e muito conhecida na China, foi introduzida no Brasil em 1817. Plantada em quase todo o território nacional, começa a produzir frutos em torno de 4 anos de existência, dando em média 200 frutos, podendo durar de 50 a 70 anos. De sabor agridoce, cor variando do verde ao amarelo, dependendo do grau de maturação, rica em sais minerais (cálcio, fósforo e ferro) e contendo vitaminas A, C e do complexo B, a carambola é considerada uma fruta febrífuga (que serve para combater a febre), antiescorbútica (que serve para curar a doença escorbuto - carência de vitamina C, e que se caracteriza pela tendência a hemorragias) e, devido a grande quantidade de ácido oxálico, estimulador do apetite, sendo ainda usada pela medicina popular no tratamento de afecções renais. Seu suco, além de possuir um delicioso sabor, é usado para tirar manchas de ferro, de tintas e ainda limpar metais. Sua casca, por possuir alto teor de tanino, cujo poder adstringente pode prender o intestino, é utilizada como antidesintérico. Embora considerada uma fruta de quintal, pois seu cultivo não é feito em escala, sendo produzida apenas em sítios, quintais, granjas e pomares de fazendas, a carambola está sempre presente na mesa do pernambucano. Pode ser consumida ao natural ou no preparo de geléias, caldas, sucos e compotas. Cortada em fatias e deixada no fogo brando com açúcar, fica quase da mesma consistência e sabor do doce de ameixa-preta. Na Índia e na China são bastante consumidas como sobremesa, assim como as flores e os frutos verdes, que são utilizados nas saladas.

Abiu, kinkan, atemóia e carambola. Frutas consideradas exóticas, para grande parte da população, têm caído cada vez mais no gosto do carioca. Um estudo desenvolvido com o apoio da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) constatou um aumento de 20%, ao ano, na comercialização desses produtos. O agrônomo Alcílio Vieira passou 12 meses investigando a produtividade e os aspectos genéticos de frutas comercializadas no estado, na estação experimental de Macaé da Pesagro-Rio (Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro). Os resultados do estudo possibilitaram a criação do único Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de fruteiras silvestres, nativas e exóticas. A inovação tem contribuído aos pesquisadores de universidades, produtores de frutas, órgãos públicos e privados do estado. Durante a pesquisa, Vieira fez visitas mensais a quatro locais diferentes: boxes de polpas congeladas e ao natural da Ceasa (Central de Abastecimento), em Irajá, além de hortifrutis, supermercados e feiras livres. Esta etapa foi muito importante. Os dados do estado indicam que se trata de um comércio em expansão. São acerolas, jabuticabas, melancias baby, melões net, melões pele-de-sapo ou espanhol, miniabacates ou avocados, pinhas e romãs, entre outras. Várias delas são espécies vindas do Nordeste, embaladas na Ceasa de São Paulo e levadas para a Ceasa de Irajá, onde depois são compradas pelo feirante", contou Vieira. Ao longo da pesquisa, Vieira verificou a existência de 45 espécies de frutas distintas, comercializadas ao natural na cidade do Rio em ao menos um dos quatro locais estudados. A venda de jacas, por exemplo, foi encontrada somente nos hortifrutis. Nas feiras livres, provavelmente devido ao peso, espaço limitado das barracas e alto grau de deterioração da fruta, encontramos apenas os bagos da jaca, separados e embalados em sacos plásticos. Isso facilita o transporte e a satisfação do consumidor, agregando valor ao produto, exemplificou o profissional. Além do aspecto econômico, o agrônomo estudou, no laboratório da Pesagro-Rio, fatores como porcentagem de polpa, peso, tamanho, diâmetro, coloração externa e interna, aroma, incidência de pragas e doenças, produtividade, acidez e açúcares. O material tem sido usado em trabalhos da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), que utiliza essas informações para ajudar nas pesquisas de frutos e combate a pragas e doenças, conforme explicou o agrônomo.

A Câmara de Vereadores da cidade de Jaú, no interior de São Paulo, aprovou por unanimidade um projeto do vereador José Mineiro de Camargo (PSB) que obriga estabelecimentos como lanchonetes, bares, restaurantes, hospitais e repartições públicas municipais a afixarem cartazes alertando para o risco do consumo da carambola e do suco da fruta. A carambola tem uma toxina que pode matar portadores de insuficiência renal. A lei, que também estabelece aos donos de estabelecimentos que evitem a venda da fruta a pessoas que tenham complicações renais, vigora há menos de dois meses. É mais um alerta do que uma proibição às pessoas que têm insuficiência renal, para que não venham a sofrer as conseqüências. A carambola tem uma neurotoxina que, se não for filtrada, vai direto para o sangue. Se o paciente portador de insuficiencia renal comer a fruta, ele deve contar ao médico, pois corre o risco de entrar em coma e morrer, se não fizer hemodiálise. O rim normal filtra a toxina, afirmou o vereador. Depois de contar que pesquisou o assunto, Camargo disse que os diabéticos também correm risco e que 99% da população desconhece os danos causados pela carambola. O médico Eduardo Martins Rebec, nefrologista do setor de hemodiálise da Santa Casa de Jaú, confirma o risco no consumo da fruta. Há risco de morte, sim. O rim de quem tem insuficiência renal não consegue eliminar a toxina, que se acumula no sangue e acomete o sistema nervoso central. Se o portador de insuficiência renal ingerir a carambola, pode ter convulsões e entrar em coma com risco de óbito, alerta. Para remover a toxina, é feita uma hemodiálise de urgência.

ATENÇÃO: O ASSUNTO É MUITO SÉRIO
Soube da periculosidade da carambola quando, em janeiro de 2010, minha esposa esteve internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Na prescrição de sua dieta, estava explicitamente recomendado que pacientes portadores de insuficiência renal não deveriam consumir esta fruta. Sei disto já faz tempo, pois meu pai ficava repetindo: "É muito estranho, porque os passarinhos não bicam as carambolas, mesmo quando estão bem maduras?"

A fruta acredita-se que tenha se originado no Sri-Lanka e nas ilhas Molucas, mas vem sendo cultivada no sudeste da Ásia e Malásia por vários séculos e aclimatada em vários países tropicais como o Brasil. Ela é classificada como um fruto subtropical. Algumas subespécies (das dez existentes) têm sido utilizadas para polir metais, especialmente bronze, uma vez que ela dissolve manchas e ferrugem, devido, provavelmente, ao seu alto teor de ácido oxálico. É também utilizada, na Índia, para estancar hemorragias, aliviar sangramento de hemorróidas. No Brasil, a carambola é recomendada a diabéticos como hipoglicemiante (abaixa o teor de açúcar do sangue), como diurético e indicada em queixas renais e de vesículas.

As frutas mais azedas têm um alto teor de ácido oxálico e não bicham, as maiores e mais coloridas têm menos desse ácido. No entando, o ácido oxálico pode ser altamente tóxico para doentes renais.

Em pessoas com a saúde renal normal, a toxina é filtrada pelo rim e eliminada do organismo, sem qualquer problema. Mas se o rim não funciona, a toxina concentra-se no sangue, atinge os neurônios e provoca soluços e convulsões. Pacientes renais são proibídos de comer o fruto ou qualquer derivado, sendo o ácido considerado uma neurotoxina (age no sistema nervoso). Casos de morte já foram registrados, pois a forte convulsão é praticamente irreversível. A cura pode se dar através de hemodiálise.

Cientistas dizem que "a árvore, em sua evolução, selecionou a toxina para se defender do ataque das moscas da fruta."

A existência da toxina foi comprovada através de uma pesquisa iniciada em 1996, na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo.

Pequi



O Pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, muito utilizada na cozinha nordestina, do centro-oeste e norte de Minas Gerais.

Dela é extraido um azeite denominado azeite de pequi. Seus frutos são também consumidos cozidos, puros ou juntamente com arroz e frango.

Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas. O sabor e o aroma dos frutos são muito marcantes e peculiares.

Pode ser conservado tanto em essência quanto em conserva.

Símbolo da cultura do estado brasileiro de Goiás, o pequi, árvore da família das cariocáceas pode também ser encontrada em toda a região Centro-Oeste (considerada a capital da fruta) e nos estados de Rondônia (ao leste), Minas Gerais (norte e oeste), Pará (sudoeste), Tocantins, Maranhão (extremo sul), Piauí (extremo sul), Bahia (oeste) e Ceará (Sul). Em Goiás podem ser encontradas todas as espécies, cuja frutificação ocorre entre os meses de setembro e fevereiro.

Nas antigas vilas de Meia Ponte (hoje Pirenópolis), e Vila Boa, ainda no início do século XVIII, o pequi começa a ser utilizado na culinária de Goiás.

Na região que circunda a cidade industrial de Catalão, o Pequi era utilizado tão somente para a fabricação do Sabão de Pequi, de propriedades terapêuticas.

O fruto pode ser degustado das mais variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás.

Sua polpa macia e saborosa deve ser comida com cuidado, uma vez que a mesma recobre uma camada de terríveis espinhos, que, se mordidos fincam-se na língua e no céu da boca, provocando dores. Risco este que deixa de existir, uma vez assimilada a técnica de degustação que é de fácil aprendizado.

Deve ser comido apenas com as mãos, jamais com talheres. Deve ser levado a boca para então ser "raspado" - cuidadosamente - com os dentes, até que a parte amarela comece a ficar esbranquiçada e parar antes que os espinhos possam ser vistos.



FRUTOS DO CERRADO EM FOCO

A seleção de frutos nativos, a prospecção de extratos das espécies frutíferas para controle de pragas e doenças, consumo in natura e produção de derivados para agregação de valor, além do uso das espécies como plantas ornamentais, são focos do projeto Caracterização e Usos Inovadores de Espécies Frutíferas Nativas do Cerrado, coordenado pela pesquisadora Sueli Matiko Sano, da Embrapa Cerrados.

As espécies selecionadas para o estudo são: araticum, baru, pequi, caju do cerrado e mangaba.

A pesquisa tem apoio das universidades Federal de Uberlândia, de Brasília, Católica de Brasília e Federal de Ouro Preto, além de outras unidades da Embrapa, envolvendo um conjunto de 40 pesquisadores.

Fonte: O Popular Online

Abacaxi ou Ananás



Abacaxi ou Ananás é uma planta monocotiledônea da família das bromeliáceas, subfamília Bromelioideae. Os abacaxizeiros cultivados pertencem à espécie Ananas comosus, que compreende muitas variedades frutíferas. Há também várias espécies selvagens, pertencentes ao mesmo gênero.

O termo abacaxi (em português) é, com forte probabilidade, oriundo do tupi ibacati, ‘bodum ou fedor de fruto’, ‘fruto fedorento’ (ibá, ‘fruto’, cati, ‘recender ou cheirar fortemente’), documentado já no início do séc. XIX.

O termo ananás (em português e espanhol) é do guarani naná, e documentado em português na primeira metade do séc. XVI e em espanhol na segunda (1578), em que é empréstimo do português do Brasil ou da sua língua geral.

O fruto, quando maduro, tem o sabor bastante ácido e muitas vezes adocicado. Em culinária pode ser utilizado como um poderoso amaciante de carnes. Habitualmente usa-se a polpa da fruta, mas seu miolo e as cascas podem ser aferventadas para produção de sucos.

Apesar de apreciadíssimo pela maioria das pessoas, na gíria brasileira abacaxi significa 'algo que não dá bom resultado, coisa embrulhada ou que não presta'. Este fato provavelmente se deve a seu visual espinhoso e ressequido.

Na linguagem corrente do Brasil tal como em Angola, costuma-se designar por ananás os frutos de plantas não cultivadas ou de variedades menos conhecidas ou de qualidade inferior. Por sua vez, a palavra abacaxi costuma ser empregada não apenas para designar o fruto de melhor qualidade, mas a própria planta que o produz.

O abacaxi é um fruto-símbolo de regiões tropicais e subtropicais, de grande aceitação em todo o mundo, quer ao natural, quer industrializado: agrada aos olhos, ao paladar e ao olfato. Por essas razões e por ter uma "coroa", cabe-lhe por vezes o cognome de "rei dos frutos", que lhe foi dado, logo após seu descobrimento, pelos portugueses.

Muito doce, perfumado, suculento e saboroso, o abacaxi brasileiro pode ser consumido a qualquer momento.

A denominação indígena “inakati” ou fruta “cheirosa” ilustra apenas uma das características desta delícia tropical, bem difundida por todo o Brasil e produzida praticamente durante todo o ano.



O abacaxi (Ananas comosus (L.) Merril), também conhecido como ananás ou pina, como é chamado nos países de língua espanhola, apresenta-se como uma fruta original pelo seu sabor e aroma característicos.

Não é uma fruta energética, com o nível de caloria equivalente às maçãs ou pêras, mas contém altas porcentagens de vitaminas A, B e C, carboidratos, sais minerais e fibras. Apresenta uma propriedade ímpar, somente presente na papaia, que são enzimas (proteínas) que facilitam a digestão de carnes ingeridas ao curso da mesma refeição.



No Brasil várias espécies são cultivadas, como o abacaxi amarelo (smooth cayerine) com frutos em forma cilíndrica, casca alaranjada, polpa cor ama-relada, com alto teor de açúcar e elevada acidez.

Mas o que se destaca no Brasil é a variedade Pérola, com perfume forte, polpa refrescante, doce e cheia de caldo. Os frutos têm forma cônica, casca esverdeada - mesmo quando maduros - e polpa branco pérola e pouco ácida.

Com excelentes características organolépticas é a variedade mais apreciada pelos brasileiros para o consumo in natura.

Todas as variedades plantadas no Brasil são recomendadas para produção de sucos, compotas, frutas cristalizadas, desidratadas, geléias, além de refrescantes sobremesas como mousses, gelatinas, cremes e pudins.

O abacaxi pode ser utilizado in natura ou grelhado, como guarnição ou ingrediente de pratos sofisticados e apetitosos.

Enfim, esta saborosa fruta integra-se bem em todos os menus. Não deixe de deliciar-se com o abacaxi brasileiro.

Você pode encontrar nossos abacaxis em seu país de janeiro a setembro ou durante todo o ano no Brasil, onde estamos prontos para recebê-los com alegria.
Referências Nutricionais e Dietéticas:

Abacaxi brasileiro: prove saúde
O abacaxi fornece uma grande diversidade de sais minerais e vitaminas, de forma equilibrada.

Entre os sais minerais, destaca-se como boa fonte de potássio.

Uma fatia de 150 g fornece mais do que 7% do recomendado internacio-nalmente para ingestão diária das vitaminas B1, B2 e B9 e cerca de 2/3 das vitaminas que necessitamos.

Apresenta um teor considerável de fibras dietéticas - por volta de 1,4%.
Os ácidos orgânicos do abacaxi facilitam a boa assimilação dos alimentos, devido a presença da “bromelina” - enzima atuante na digestão de proteínas – acelerando a digestão da carne bovina ou pescado.



Recomendações e Sugestões
Abacaxi do Brasil: uma delícia para seu dia-a-dia.

Como escolher o Abacaxi
Ao escolher os frutos considere se o consumo será imediato ou não.

Somente adquira abacaxi com coroa, que só deverá ser retirada no momento de consumo.
Para escolher um abacaxi Pérola do Brasil, não considere apenas sua cor, que varia muito dependendo da maturidade.

O melhor é verificar se as folhas da coroa estão soltando com facilidade (este é um indicativo de que o abacaxi está no ponto).

Outra maneira eficaz é pressioná-lo com os dedos, se ele estiver muito duro, ainda está verde. Quando está maduro demais, a casca apresenta manchas escuras e partes amolecidas próximas à sua base.

O fruto deve ser consumido imediatamente, recomendando-se apenas servi-lo gelado para manter seu frescor característico.

Ao escolher os frutos, além do estágio de maturação, devem ser observadas: uniformidade e forma, ausência de podridões, queimaduras de sol, manchas anormais, batidas, rachaduras, exsudações e ataque de insetos, sendo que as folhas da coroa devem estar verdes e erguidas.

Para sua proteção o consumidor deve independentemente da qualidade, comprar produtos devidamente etiquetados com selos de marca e indicações, nas lojas de varejo que permitam identificar o tipo de produto, sua origem, bem como os exportadores e importadores.

As etiquetas são um meio privilegiado de comunicação das propriedades do produto com o consumidor.

Escolha somente frutas com bom aspecto e aroma característico. Se estiverem pré-embaladas leia com atenção as instruções e a data de validade.



Como Manusear o Abacaxi
O consumidor deve manusear o abacaxi com cuidado, pois é sensível a choques e batidas, que podem provocar oxidações da polpa, prejudicando a qualidade do produto.

Transporte a fruta para casa com cuidado e não coloque outras compras ou objetos em cima da mesma.

Compre apenas o necessário e consuma dentro de poucos dias para evitar perdas e ou deteriorações.

Antes de consumir as frutas, lave-as em água corrente. Se necessário esfregue a superfície com uma esponja adequada, não causando danos à casca. Não use detergentes ou alvejantes.

Não assuma que as frutas pré-embaladas estão adequadas para o consumo imediato.

Esteja seguro de que as mesmas foram bem lavadas antes.

Como Guardar e Manter o Abacaxi
Após a compra mantenha o abacaxi em local fresco e arejado, se for consumir em 1 ou 2dias. Caso contrário é recomendado estocar na geladeira, entre 7 e 10°C, junto com frutas compatíveis como, laranjas, limas ácidas, goiabas e melão.

Caso o abacaxi não esteja bem maduro estoque-o em fruteiras arejadas embrulhado em folhas de papel e longe da luz direta do sol, até que a sua maturação ideal seja atingida.

Depois de cortado, guarde-o em recipientes fechados, mantendo-os em geladeira.

Melão



Melão (Cucumis melo L.) é uma fruta provavelmente nativa do Oriente Médio.

Existem inúmeras variedades cultivadas em regiões semi-áridas de todo o mundo, todas apresentando frutos mais ou menos esféricos, com casca espessa e polpa carnosa e suculenta, com muitas sementes achatadas no centro. A cor e a textura da casca, bem como a cor e o sabor de sua polpa, variam de acordo com o cultivar.

A abundância de água em seu interior e o sabor suave tornam o melão uma fruta muito apreciada na forma de refrescos. Suas sementes, tostadas e salgadas, também podem ser consumidas.

Transformando qualquer momento em algo especial, os melões cultivados no Brasil são deliciosos e ideais para serem consumidos o dia inteiro.

Com frios, forma uma excelente combinação para entradas sofisticadas. “In natura” ou em sucos é ótimo repositor de energias, sendo indicado após exercícios físicos.

Em termos de frescor, o melão brasileiro é insuperável.

Cultivados no Nordeste do Brasil, muito próximo do Equador, os melões encontram excelentes condições climáticas para amadurecer o ano todo, com excelente aparência, homogeneidade e sabor.

O Brasil cultiva diferentes variedades de melões: Orange Flesh, Pele de Sapo, White Honeydew, certamente o mais comercializado, com sua casca amarela uniforme, polpa levemente verde e extremamente suculenta.

O melão brasileiro, independente da variedade, é perfeito para ser degustado no estado natural.

Para comê-lo:
- corte-o longitudinalmente,
- remova as sementes e as fibras que as conectam com a polpa,
- a seguir corte-o em segmentos ou cubos, removendo a casca,
- leve ao refrigerador e sirva gelado.

Os melões podem compor dezenas de pratos interessantes como saladas, sobremesas, sorvetes, cremes ou salada de frutas.

Fáceis de preparar, as sobremesas à base de melão trazem um sofisticado toque para todos os pratos.

O melão brasileiro é uma das frutas menos calóricas, mas possui vitaminas, sais minerais e outros componentes, como fibras e oligo-elementos.

Saúde. Sofisticação. Os melões tropicais do Brasil levam você a excelentes alternativas de sabor, aroma e prazer. Experimente.

Você pode encontrar nossos melões em seu país de agosto a maio, ou durante todo o ano no Brasil, onde estamos prontos para recebê-los com alegria.

Referências Nutricionais e Dietéticas:
O melão é uma fruta caracterizada como mediamente energética. Seu teor de açúcar é com efeito comparável a boa parte das frutas frescas (10 a 12%).

Os melões de polpa amarela podem ser uma excelente fonte de pró-vitamina A (caroteno). Como referência, cerca de 100 g de melão cobrem metade das nossas necessidades diárias.

O melão fornece igualmente uma quantidade apreciável de vitamina C, assim como muitos minerais, principalmente o potássio e suas fibras dietéticas.

Pode-se afirmar que os melões brasileiros favorecem o trato intestinal, devido ao seu alto teor de água, aliado à riqueza em potássio, que confere características diuréticas a esta fruta.

Consumir com freqüência os vários tipos de melão provenientes do Brasil representa consumir frutas saudáveis, nutritivas, plenas de sabor, aroma e prazer.

Recomendações e Sugestões
Melões do Brasil: um mundo de sabor e prazer

Como escolher
Na hora da compra, prefira os frutos com casca firme, cor característica, sem rachaduras, partes moles ou perfurações de insetos. O aroma da fruta deve estar suave e agradável.

Melão Cantaloupe
Frutos redondos com casca bege reticulado e polpa de cor alaranjada.
Escolha frutos que não apresentem evidências do talo. A casca deve apresentar o reticulado bem saliente.

Melão Amarelo (Valenciano)
Frutos arredondados, com casca enrugada, amarelo intenso, polpa suculenta, branca e levemente esverdeada. Quando maduro ao ser comprimido na extremidade, deve ceder levemente. A polpa não deve estar seca e as sementes se desprendem facilmente.

Galia
Frutos redondos, com casca dourado esverdeado, rendilhada de verde. Polpa branco esverdeada, suculenta e doce. Quando maduros, apresentam brilho, casca amarelo e aroma característico.

Pele de Sapo
Frutos alongados e ovais, com casca verde escuro e polpa branco esverdeado.

Orange Flesh
Frutos redondos, com casca lisa, esbranquiçada e polpa alaranjado. Quando maduros apresentam uma polpa suculenta com sabor delicado, sendo que a casca adquire uma sombra laranja pálida.

É importante conhecer algumas características para identificar melhor as variedades e escolher bem os frutos.

Para sua proteção, independentemente do tipo de melão, compre produtos devidamente etiquetados com selos de marca e indicações de origem, que permitam identificar o tipo de produto, sua origem, bem como os exportadores e importadores.

As etiquetas são um meio privilegiado de comunicação das propriedades e origem do produto com o consumidor.

Se comprar frutas pré-embaladas leia com atenção as instruções e a data de validade do produto.

Manuseie cuidadosamente qualquer tipo de melão, pois como qualquer fruta é sensível a choques.

Antes de consumir, lave a fruta em água corrente com cuidado. Se necessário esfregue levemente a superfície com uma esponja macia, mas nunca use detergentes ou alvejantes.

Não assuma que as frutas pré-embaladas estão adequadas para o consumo imediato.

Esteja seguro de que as mesmas foram bem lavadas. Caso contrário lave novamente.

Como guardar e manter em boas condições
De uma maneira geral, frutos não maduros totalmente devem ser mantidos na temperatura ambiente e maduros, no refrigerador.

Os melões de longa vida ainda imaturos como o amarelo, orange flesh, pele de sapo, podem durar até uma semana se armazenados em fruteiras, em lugar fresco arejado, ao abrigo de raios solares e embrulhados em papel adequado. Após este período se não forem consumidos, devem ser mantidos na geladeira entre 7,2 e 10°C, por não mais de 7dias.

Os frutos maduros, se não forem consumidos no dia devem ser mantidos refrigerados nas condições indicadas acima.

Mantenha os cantaloupes não maduros na temperatura ambiente, embrulhados em folhas de papel, de preferência. Estando maduros, consuma imediatamente ou transfira para o refrigerador.

Os melões cantaloupes maduros se não consumidos imediatamente, devem ser armazenados sob refrigeração de 2 a 4°C, em um envoltório plástico de preferência, pois pode absorver facilmente os odores de outros alimentos próximos.

Os frutos devem ser consumidos em menos de uma semana para não perder seu alto valor nutritivo.

Manga do Brasil



A manga é considerada a rainha das frutas tropicais, pelo sabor e suculência, sendo a qualidade proporcionada pelos pomares do Brasil insuperável.

A manga in natura pode ser degustada de várias maneiras e com facilidade proporcionando prazer a quem a consome. Veja como provar uma manga fresca:

- Com a casca ainda na fruta, corte a manga em fatias longitudinais, chegando o mais perto possível do caroço. Você deve ter uma larga fatia de manga com casca.

- Vire a manga, faça o mesmo com a outra parte da fruta.

- Parta a polpa em cubos sem cortar por completo, deixando parte dela presa à casca.

- Descasque essa parte remanescente da polpa e coma diretamente na fruta, ou corte em fatias.

- Tenha em mãos alguns guardanapos para limpar o suco.

Experimente também na forma de sucos e sobremesas, em saladas ou como molhos para carnes.

A manga, essencialmente uma fruta tropical, necessita de calor e sol durante todo o ano.

No Brasil, as modernas técnicas de irrigação e produção integrada - caracterizada pelo uso mínimo e controlado de agroquímicos, que preserva o meio ambiente -, permitem a produção de frutas, com qualidade, características nutricionais e fundamentalmente saudáveis, tornando-as cada vez mais aceitas nos quatro cantos do mundo.

A oferta da manga brasileira para o consumo mundial é mais abundante de setembro a março.

Das variedades cultivadas vale a pena serem provadas: Haden, Tommy, Atkins, Kent, Keitt e Palmer.

As mangas, adaptadas totalmente ao clima e solo do Brasil, são produzidas especialmente na região nordeste do país. Prová-las é descobrir o real sabor e aroma dos trópicos.

Excelente fonte de vitaminas, sais minerais e fibras dietéticas esta suculenta fruta é recomendada para todas as idades.

Não é calórica como muitos pensam, situando-se entre a maçã e a cereja.

Prove a manga brasileira, uma fruta doce, polposa, atrativa e apetitosa, que proporciona um prazer sem igual.

Você pode encontrar nossas mangas em seu país de setembro a fevereiro, ou durante todo o ano no Brasil, onde estamos prontos para recebê-los com alegria.

Manga do Brasil: um pedaço natural de saúde.

A manga brasileira quando madura é rica em vitamina A. Sua polpa é digestiva e ligeiramente laxante, além disso, é recomendada contra resfriados, pois contém uma quantidade razoável de vitaminas B e C, sais minerais, como cálcio, ferro, potássio, cobre e magnésio.

Graças ao seu alto teor de fibra, a manga também ajuda na normalização do sistema intestinal.

Recomendações e Sugestões

Manga brasileira: sempre uma boa razão para experimentar.

Como escolher
A manga boa para o consumo deve mostrar-se macia quando levemente pressionada com os dedos, mas sem que a casca rompa com a pressão. Evite frutos com batidas, rachaduras, meladas, tons cinza ou manchas escuras na casca.

Cheire a manga pela parte que se prende ao caule. O perfume deve ser fresco e com agradável aroma de fruta.

A cor não é sempre um indicador único da maturação: algumas variedades se tornam amarelas quando maduras, outras apresentam coloração vermelho, vermelho amarelado ou verde alaranjado. E ainda, existem aquelas que permanecem verdes no ponto ideal de consumo. Veja algumas recomendações aplicáveis na hora da escolha.

Para sua proteção, independentemente do tipo de manga, compre produtos devidamente etiquetados com selos de marca e indicações de origem, que permitam identificar o tipo de produto, sua origem, bem como os exportadores e importadores.

As etiquetas são um meio privilegiado de comunicação das propriedades e origem do produto com o consumidor.

Se comprar frutas pré-embaladas leia com atenção as instruções e a data de validade do produto.

Reconheça as principais variedades de manga do Brasil:

Tomy Atkins
Frutos grandes (400-600g) de casca grossa e lisa. No ponto correto de maturação adquirem coloração que vai do amarelo avermelhado ao vermelho brilhante.

A polpa é amarelo-escuro com sabor agradável e doce. É suculenta e possui poucas fibras.

Haden
Frutos de tamanho médio (300-400g) com casca mais fina e lisa. No ponto correto de maturação adquirem a coloração que vai do amarelo ao vermelho brilhante.

A polpa é amarelo-escuro, sucosa e com poucas fibras.

Kent
Frutos grandes (600-750g) de forma ovalada, com casca entre verde-claro e amarelo em tom avermelhado. A polpa é amarelo-alaranjado, doce, sem fibras, aromática e sucosa.

Keitt
Frutos grandes (600-800g) e ovalados. Quando maduros a casca se torna amarelo-esverdeado, com laivos leves cor-de-rosa. A polpa, em tom amarelo intenso, é firme, sucosa doce e sem fibras.

Palmer
Frutos grandes (500 a 700g), de forma alongada e casca alaranjado-amarelado com laivos vermelho brilhante, quando madura. A polpa é firme, com pouca fibra e aroma suave.

Como manusear
O consumidor deve manusear a manga com cuidado, pois são sensíveis a choques e batidas, que podem provocar manchas, amolecimento da polpa, prejudicando a qualidade do produto.

Antes de consumir, lave a fruta em água corrente com cuidado. Se necessário esfregue levemente a superfície com uma esponja macia, mas nunca use detergentes ou alvejantes.

Não assuma que as frutas pré-embaladas estão adequadas para o consumo imediato. Esteja seguro de que as mesmas foram bem lavadas. Caso contrário lave novamente.
Como guardar e manter em boas condições.

Para conservar, mantenha a manga em um lugar fresco e ventilado. Se não estiver bem madura, apresse o amadurecimento, envolvendo a fruta em folhas de papel adequado por alguns dias. A manga madura à temperatura ambiente não deve ser guardada por mais de dois dias.

Caso necessite guardá-las por mais de dois dias, coloque-as no refrigerador por até 5dias.

Uva do Brasil: extraordinariamente saborosa.



A uva de mesa brasileira é encantadora. Com seus cachos volumosos, atraentes e suas bagas doces e suculentas, conquista o paladar e a preferência de todos que a provam.

O Brasil, grande produtor das variedades Itália e Red Globe – uvas de sabor moscatel muito apreciadas –, recentemente passou a cultivar e colher uvas de mesa sem sementes, disputadas no mercado interno e internacional.

Procure-as e experimente.

As uvas foram trazidas para o Brasil pelos primeiros imigrantes europeus que iniciaram o cultivo em terras e clima que mais se aproximavam da sua origem.

Mais tarde, verificou-se que elas poderiam ser cultivadas sobre altas temperaturas e condições do semi-árido brasileiro no Nordeste. Assim, surgiu a uva tropical de alta qualidade, saudável e extremamente doce.

As uvas do Brasil estão sendo descobertas e identificadas por consumidores de várias partes do mundo. Podendo ser colhidas o ano todo, uma das suas grandes vantagens, as uvas brasileiras estão sempre à disposição do mercado consumidor local e internacional.

Bastante resistentes ao transporte e estocagem, as uvas brasileiras mantêm o sabor e textura até três meses após serem colhidas.

Com excelente composição nutricional, as uvas do Brasil possuem um considerável teor de glicose e frutose, vitaminas, sais minerais e ácidos orgânicos que asseguram o sabor equilibrado e apreciado.

As uvas brasileiras podem ser consumidas in natura, na primeira refeição do dia ou como sobremesa, podendo ser utilizadas no preparo de doces, geléias, bolos, sorvetes, em saladas etc.

Use sua criatividade culinária e surpreenda-se.

A uva de mesa tropical encanta pelo seu tamanho, exuberância e cachos bem formados, cultivados dentro de rigorosos standards de qualidade.

É perfeita para quem se preocupa com a saúde e com a delícia pelo sabor.

Bem aceita pelas crianças, as deliciosas uvas tropicais de mesa são um gostoso e agradável alimento para elas.

Você pode encontrar nossas uvas em seu país de janeiro a dezembro e também no Brasil, onde estamos prontos para recebê-los com alegria.

Referências Nutricionais e Dietéticas:

A alta qualidade da uva brasileira.

A composição nutricional da uva brasileira varia bastante, mas geralmente contém açúcar, minerais e vitaminas importantes.

É indicada para crianças e adolescentes, cujas necessidades energéticas são elevadas. E ainda, para esportistas que têm uma atividade muscular importante.

As deliciosas uvas brasileiras são alimentícias, devido ao alto aporte de potássio e à presença de fibras dietéticas, que auxiliam no trato intestinal.

A ação vitamínica da uva beneficia o sistema nervoso e muscular e protege os vasos sanguíneos, sendo uma fonte de vitamina C representativa.

Além disso, como não contêm sódio, as uvas podem auxiliar na redução do risco de hipertensão.

Recomendações e Sugestões

Uva do Brasil: a conquista de sabor e saúde.

Como escolher

Na hora da compra, prefira os cachos bem cheios, com bagos firmes e lisos, de cor e tamanho apropriados para a variedade que escolher.

Atenção: a fruta não deve se desprender com facilidade do cacho, pois isso é sinal de que está começando a passar do ponto ideal de consumo. Não compre cachos com manchas.

Para sua proteção independentemente do tipo da uva escolhida, compre produtos devidamente identificados com etiquetas de marca, com a origem, os exportadores e importadores.

As etiquetas são um meio privilegiado de comunicação das propriedades e origem do produto com o consumidor. Se comprar frutas pré-embaladas, leia com atenção as instruções e a data de validade

Como manusear

Manuseie as uvas com cuidado, pois são sensíveis a choques e batidas que podem prejudicar a qualidade e a apresentação do produto.

Antes de consumir, lave as uvas em água corrente cuidadosamente. Nunca use detergentes ou alvejantes.

Não assuma que as frutas pré-embaladas estão adequadas para o consumo imediato. Sempre esteja seguro de que as mesmas foram bem lavadas. Caso contrário lave novamente.

Como guardar e manter

Consuma no mesmo dia da compra ou guarde sem lavá-las em um saco plástico, separadas de outras frutas e vegetais, no compartimento adequado do seu refrigerador.

Antes do consumo, lave os cachos com água fria e drene antes de servir. As uvas podem ser estocadas até quinze dias, não mais.

Perfil das Exportações

O sistema Agroalimentar das Frutas é uma das principais áreas em que o Brasil vem concentrando seus esforços para garantir melhor competitividade.

Em 2006 as exportações brasileiras de frutas frescas geraram divisas superiores à US$ 472 milhões para um volume de 802,6 mil toneladas contra US$ 119 milhões, correspondentes a 297 mil toneladas em 1998.

Apesar desse crescimento de 270% em volume e 375,6 % em valor, ainda estamos distantes de nosso verdadeiro potencial.

No auxílio para o crescimento das exportações brasileiras, foi criado o Programa Setorial Integrado de Promoção de Exportações de Frutas Brasileiras, apoiado pela APEX - Agência de Promoção das Exportações e investimentos do Brasil, com a participação das seguintes instituições:

ABIA - Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação,
IBRAF - Instituto Brasileiro de Frutas.

Essas instituições vêm trabalhando para aumentar a competitividade dos produtores nacionais e conscientizá-los dos atrativos do mercado externo.

O programa engloba ações na base produtora com o foco principal de sensibilizar o produtor, adequando a cadeia produtiva para garantir competitividade no processo de exportação.

As estatísticas das exportações brasileiras de 2005 já refletem a importância de iniciativas dessa natureza.

APEX = Agência de Promoção de Exportações e Investimentos


Coordenadas pela Apex, as empresas brasileiras que participaram da maior Feira de alimentos e bebidas do mundo, na Alemanha, encerraram a participação com um número surpreendente: US$ 963 milhões entre negócios imediatos e contratos futuros.

Este é o melhor resultado desde que a Apex-Brasil passou a participar de Anuga, em 2001. “O resultado ultrapassou nossas expectativas, provando mais uma vez que o produto brasileiro faz sucesso em qualquer parte do mundo”, ressaltou o presidente da Agência, Alessandro Teixeira.

Neste ano, a Apex-Brasil levou o número recorde de 150 empresas para Anuga. Foram mais de 25 tipos de produtos expostos, de água a vinhos, passando pelos molhos, geléias, lácteos e orgânicos. “É uma oportunidade para trabalhar novas idéias, inovar, aprimorar embalagens e design e quanto mais agressivo o Brasil for, melhor", destacou Teixeira.

Além das carnes e do café, a cachaça brasileira também fez sucesso entre os europeus e junto com sucos, fecharam contratos de US$ 21 milhões. É o caso da empresa gaúcha, Casa Bucco, que levou para a Alemanha a tradicional bebida feita em alambique artesanal. Para Moacir Menegotto, responsável pela empresa, o próximo passo é trabalhar o pós-feira, buscando participar de outros eventos como esse na Europa.

Ele destacou que, no ano passado, participou da SIAL, na França, com a ajuda da Apex-Brasil, e os fornecedores que conheceu neste evento o procuraram em Anuga e fecharam negócio.

Outro setor que comemorou os bons resultados foi o de laticínios. Na Feira, leite em pó, condensado e queijo conseguiram US$ 8 milhões em negócios imediatos e futuros.

O empresário da Tirolez laticínios, Cícero Alencar, lembrou que, por ter um grande mercado consumidor interno, este setor no Brasil demorou a considerar outros países como possíveis compradores. No entanto, ponderou, esta cultura está mudando e, hoje, “estamos nos adaptando e adquirindo uma visão exportadora”.

“Não temos ícones. Mostramos a diversidade brasileira”, explicou Juarez Leal, coordenador da Unidade de Imagem e Acesso a Mercados da APEX-Brasil.

Uma prova desta diversificação foi a receptividade dos produtos orgânicos brasileiros na Feira. Marcello Amaral, da Agropalma, explicou que existe uma forte demanda por estes produtos no mundo e o Brasil atingiu um alto patamar, se especializando, inclusive, no trabalho sócio ambiental. Segundo ele, Anuga foi fundamental para divulgar os orgânicos na Europa e em países não-tradicionais, como Ásia e Oriente Médio. “Atingimos países aonde dificilmente chegaríamos sozinhos”, acrescentou Amaral.

Anuga é uma feira de negócios, distribuída em 10 segmentos – orgânicos, especiarias, congelados, lácteos, carnes, bebidas, produtos de delicatessen, panificação, maquinário e equipamentos, tecnologia e serviços – e aberta somente a comerciantes:

supermercadistas, distribuidores, lojistas, atacadistas, donos de restaurantes e buffets, entre outros.

Em 2005, última edição da Feira, foram registrados mais de 158 mil visitantes, sendo 52% de países diversos e 48% alemães.

Nos cinco dias de Feira, 6.607 empresas de 95 países expuseram seus produtos numa área de 304 mil m2. “Esta excepcional participação eleva Anuga à posição de maior e mais importante feira mundial de alimentos”, declarou Wolfgang Kranz, vice-presidente da Koelnmesse (proprietária da Feira) durante a abertura oficial.

O Brasil está entre os 10 maiores participantes, ao lado da Itália, China, Espanha, Grécia, França, Holanda, Bélgica, Turquia, EUA e Tailândia.

Este ano, cresceu maciçamente a participação de empresas asiáticas que passam a usar a Anuga como ponte para fortalecer as relações comerciais com países europeus e das Américas.

Entre as novidades que o Brasil apresentou está o açúcar orgânico refinado que começa a entrar no mercado europeu. Há também o açaí liofilizado, que mantém as características nutricionais. Excelente mistura para barras de cereais, o produto também está sendo lançado nos Estados Unidos e Japão.

Outra novidade apresentada pelos brasileiros é a camu-camu, fruta extraída da Amazônia, principalmente na região de Roraima, que possui quatro vezes mais Vitamina C que a acerola. No pavilhão dos orgânicos a fruta aparece também na forma desidratada ou em polpa.

Durante o evento foram realizados ainda seminários com temas centrais envolvendo “inovação nas áreas de comércio e de culinária”. Para Alessandro Teixeira, o acesso ao mercado internacional é fundamental para mudar a base industrial brasileira. “As empresas que participam de uma feira como Anuga são testadas. E tenho certeza que as empresas brasileiras passarão no teste”, comentou Teixeira.

O OBJETIVO É COLOCAR O BRASIL NO CENTRO DO MERCADO MUNDIAL DE FRUTAS

Brasil quer competir com grandes fornecedores internacionais
A fruticultura brasileira é um dos segmentos da economia brasileira mais destacados e em contínua evolução. Atende um mercado interno em constante crescimento, e, a cada dia, vem ganhando espaço no mercado internacional, com frutas tropicais, subtropicais e de clima temperado, aumentando o volume das exportações, o número de empresas exportadoras, as variedades de frutas exportadas e os países de destino das exportações.

Para tornar este cenário cada vez mais positivo o IBRAF (Instituto Brasileiro de Frutas) coordena, em conjunto com a APEX-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos) e as associações do setor, desenvolvem desde 1998, o Projeto de Promoção das Exportações de Frutas Brasileiras e Derivados – Brazilian Fruit, que visa promover as frutas e seus derivados por meio de ações estratégicas direcionadas à todos os públicos envolvidos, desde o comprador até o consumidor final.

META
A grande meta do setor brasileiro é consolidar-se no mercado internacional não apenas como produtor de frutas tropicais, mas também de frutas subtropicais e de clima temperado, bem como de seus derivados. Para isso, é preciso capacitar o setor e expandir suas fronteiras agrícolas, sem deixar de lado a imagem de confiabilidade, continuidade e diversidade das frutas brasileiras para todo o mundo.

MERCADOS-ALVO
O programa "Brazilian Fruit" tem como alvo os mercados tradicionais, como a União Européia e os Estados Unidos, e os novos mercados, como Países Asiáticos, do Leste Europeu, Países Árabes e Países da América Latina como México, Chile e Argentina.

PRODUTOS PROMOVIDOS
No início do programa eram apenas 4 produtos promovidos, atualmente devido a grande demanda gerada pelos agentes de mercado e empresas brasileiras, atendemos quase 20 produtos entre frutas frescas e processadas, como: limão, maçã, manga, mamão, uva, abacaxi, banana, laranja, tangerina, pêssego, caqui, morango, melancia, polpas, sucos, castanha de cajú, água de coco, entre, outros.

Histórico o 1982/ 86 - Sob a coordenação da Hortinexa, foi deflagrada uma ampla campanha internacional de promoção da fruta brasileira, nos mercados europeu e norte-americano, sob o tema “Delícias do Brasil”.

1991/92 - O IBRAF - Instituto Brasileiro de Frutas, desenvolveu uma campanha para incentivo ao consumo interno, com o slogan “Fruta - Tudo de Bom para a Vida” que não foi viabilizada devido ao contexto econômico.

1996/97 - Sob a coordenação do Grupo de Trabalho da Fruta (GTF), através dos recursos operacionais do IBRAF, o Ministério da Agricultura (DENACOOP), viabilizou recursos básicos para o desenvolvimento do projeto “Promoção da Fruta Brasileira nos Mercados Interno e Internacional”.

1998/99 - Com a entrada da APEX – Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos) - o projeto foi readaptado para utilização do Programa Setorial Integrado de Promoção de Exportações de Frutas Brasileiras. Neste ano foi realizado o projeto piloto.

2000 - Início da segunda fase do programa sob o apoio da Apex-Brasil, com continuidade das ações de promoção com especial enfoque no mercado Europeu.

2002 - No final do ano de 2002, os resultados do Programa Brazilian Fruit foram avaliados e novas ações foram estruturadas com a continuidade do apoio da Apex-Brasil.

O Projeto passou a ser entitulado: Programa Horizontal de Promoção das Exportações das Frutas Brasileiras, passando a promover diretamente as seguintes frutas: abacaxi, banana, limão, maçã, manga, melão, papaya e uva.

2005 - Devido a grande demanda gerada pelos agentes de mercado e empresas brasileiras, novas frutas “in natura” e produtos processados foram inseridos no projeto, bem como a ampliação dos mercados-alvo, como: Países Asiáticos, do Leste Europeu, Países Árabes e Países da América Latina.

Foram incluídas novas ações, como o Brazilian Fruit Festival, ação de promoção para comercialização e degustação de frutas em redes internacionais de varejo; e o Turismo Receptivo, que visa fidelizar o turista estrangeiro que visita o Brasil.

Introdução à Campanha

O Projeto de Promoção de Frutas e Derivados Brasileiros no Exterior – Brazilian Fruit, é desenvolvido, desde 1998, pelo Instituto Brasileiro de Frutas – IBRAF, em parceria com a APEX-Brasil (Agência de Promoção de Exportação e Investimentos).

A campanha atual envolve não apenas as frutas frescas, mas também as processadas, como sucos, polpas, água de coco, castanha de caju, entre outros.

São desenvolvidas diversas ações estratégicas para inserir os produtos brasileiros no mercado internacional. O intuito é aumentar as exportações brasileiras de frutas e derivados, e, possibilitar o acesso de um número maior de pequenos e médios produtores/ exportadores ao mercado internacional.

As ações podem ser: institucional, de promoção, comercialização, prospecção e específica.

Institucional
Um dos objetivos do projeto é promover o Brasil evidenciando uma imagem de confiabilidade, qualidade, continuidade e grande diversidade de frutas e derivados para o mundo todo, consolidando a força do Brasil como produtor não só de frutas tropicais, mas também de frutas de clima temperado, que são produzidas na entressafra de vários países europeus.

Para isso empresários brasileiros e membros do IBRAF, participam de feiras internacionais e seminários divulgando o potencial das frutas brasileiras e seus derivados. Também são convidados jornalistas e empresários internacionais para conhecer a estrutura produtiva brasileira.

Promoção
As ações promocionais tem como alvo tanto os compradores em potencial, como o consumidor final, estreitando o relacionamento com os agentes de mercado internacionais e levando ao consumidor as informações corretas da fruticultura brasileira e seus produtos.

Para o consumidor final, são desenvolvidas ações em parceria com redes internacionais de varejo e em hotéis brasileiros, com degustação e a devida orientação de como consumir as frutas brasileiras.

Comercialização
Para propiciar a efetivação de negócios são realizadas Rodadas de Negócios - International Business Meating – nas principais feiras nacionais e internacionais, entre os produtores brasileiros e compradores estrangeiros.

A ação de promoção nas redes de varejo também abre caminho para as empresas negociarem com grandes companhias de distribuição.

Prospecção
Faz parte das estratégias do setor a elaboração de um plano de ação para o acesso aos mercados não tradicionais, como Canadá, Ásia e Oriente Médio.

Essas prospecções envolvem pesquisas e um mapeamento do país-alvo, para dar suporte ao acesso e divulgação dos produtos brasileiros.

Ações específicas
Além das ações citadas que englobam diversas culturas, alguns setores, como: melão, maçã, manga, uva, citrus (limão, laranja e tangerina), frutas vermelhas (morango, mirtilo, framboesa), e processados, realizam ações específicas, principalmente com degustação em redes supermercadistas, para promover seus produtos.

O Programa de Promoção das Exportações das Frutas Brasileiras e Derivados, como parte de sua estratégia global, vem promovendo setores / frutas que se mostram preparados, capacitados e com volume de oferta segura para o mercado internacional de forma a atender com competência as demandas.

No início do programa, em 1998, eram promovidas apenas 4 frutas, atualmente o Brazilian Fruit atende mais de 15 produtos entre frutas frescas e processadas, o que demonstra a evolução do projeto e da organização da base frutícola.

Frutas Frescas: limão, maçã, manga, melão, mamão, uva, abacaxi, banana, laranja, tangerina, pêssego, caqui, morango e melancia.

Frutas Processadas: polpas, sucos, castanha de cajú, água de coco, entre outras.

A medida que os demais setores da fruticultura nacional se mostrarem preparados e com volume de oferta que suporte campanhas promocionais, os mesmos serão inseridos e integrados ao Programa Brazilian Fruit

A estratégia de Marketing e de promoção das frutas brasileiras esta fundamentada no conceito de Círculo Virtuoso e Círculo da Comunicação, onde uma série de ações são ordenadamente estruturadas e implementadas, sempre tendo como alvo os consumidores e clientes melhor visualizados pelo esquema que se segue.

A participação de empresas exportadoras e associações nas mais importantes feiras setorias e multisetoriais de alimentos do mundo é uma das pré-condições para obtermos sucesso no mercado global.

O Projeto Horizontal das Frutas Brasileiras e Derivados desenvolve os estandes do Brasil, de modo a criar uma unidade em sua Comunicação Visual.

A idéia principal é a de resgatar as imagens, cores, sabores e sons das nossas frutas, pomares, praias, música e cultura, explorando o que o Brasil tem de melhor, sem vender apenas estereótipos reconhecidos no exterior, contribuindo com a venda de imagem positiva do país.

O tratamento promocional diferenciado permite também ampliar as possibilidades de êxito individual de cada expositor, através de uma presença coletiva de maior impacto e atratividade para os compradores externos.

Ou seja, ainda que as empresas permaneçam cuidando objetivamente de seus módulos, o conceito de Pavilhão Brasileiro, estabelecido pelo projeto, é trabalhado sob os aspectos programação visual, marketing e ações promocionais.

O intuito das feiras internacionais é promover os produtos e marcas brasileiras através de uma estratégia integrada, divulgar as empresas e entidades, gerar banco de dados, triar e direcionar o trade para os expositores, promover a cultura brasileira e apresentar o Brasil como um país capaz de atender com competência a diversas demandas.

ABACAXI Pérola

O objetivo da atividade de promoção setorial do Abacaxi foi a de realizar Prospecção, de forma a proporcionar informações suficientes para adoção de uma futura estratégia de promoção assim como técnicas e ferramentas mais adequadas para comunicar e divulgar o Abacaxi Pérola no exterior.

O foco da promoção buscou:
Agentes de mercado (traders).
Redes de Supermercados.
Público Consumidor.

a. Estratégia de Marketing e Ações Comerciais
Para alcançar os objetivos propostos foram realizadas peças de promoção e marketing ressaltando as características intrínsecas do Abacaxi Pérola.

Foram explorados os aspectos, como: as características sensoriais (sabor), nutricionais e fácil digestão (complementação da dieta para crianças, idosos, etc).

A primeira ação para oferecer a Abacaxi Pérola com alta qualidade no mercado internacional é oferecer frutas bem conservadas. Para isso os produtores do Tocantins, da Associação Cepamir realizam parcerias com orgãos técnicos a fim de aprimorar as tecnologias de conservação e manutenção da pós-colheita da fruta (shelf life). Dentro das ações comerciais foi realizada uma parceira com a Rede Carrefour que possiblitou a compra e divulgação da Fruta para a Polônia, Espanha e Portugal.

Limão Taiti

O objetivo das atividades de promoção setorial do limão taiti, devido às peculiaridades deste fruto e suas formas de uso completamente diversas das frutas e metodologias de promoção, foi direcionado à demonstrar as propriedades funcionais do LIMÃO como ingrediente na preparação de bebidas e pratos variados.

Como mercados alvo para limão taiti foram priorizados os países europeus.

Os esforços promocionais foram focados em: Supermercados, frutarias, lojas especializadas; Redes de Hotéis/Restaurantes; Bares/Associações de Barmen e Associações de Gastronomia.

Mídia Especializada;
Importadores e Distribuidores;

A. Estratégia de Marketing utilizada

Através de metodologia adequada, o segmento objetivou ampliar o consumo do limão Taiti, lembrando constantemente da sua existência e utilidade, como ingrediente ou componente de uma preparação alimentar.

No âmbito dos agentes de mercado (traders), o objetivo foi firmar a posição de destaque do Brasil como grande e competente supridor de limão Taiti.

A idéia se baseou em diferenciar a oferta brasileira da mexicana, sendo o México o nosso maior concorrente. Tal diferenciação não pode ser feita pelas características do produto em si, absolutamente igual, mas sim pela imagem da cadeia produtiva brasileira, que desenvolveu uma tecnologia mais aprimorada e consegue produzir limões com mais suco que os produzidos no México.

Assim sendo, participaram da promoção do limão taiti brasileiro no exterior, os grandes setores de demanda para o fruto.

As bebidas, seja a caipirinha, seja a batida de limão, seja a limonada e a culinária, com duas vertentes: o uso do suco de limão taiti para o tempero de peixes e carnes brancas, frutos do mar e embutidos e o uso da essência do limão (contida na casca) para condimentar pratos da cozinha do sudeste asiático, altamente na moda atualmente na Europa.

B. Ações de Promoção

Junto aos Agentes de Mercado
Ações de promoção integrada com outros setores, comunicando e demonstrando as formas de utilização do limão, na forma de caipirinha, batidas etc, e como tempero peculiar em tira gostos à base de pescado, carne de porco, de frango e embutidos.

A demonstração de uso foi apoiada por meios visuais (vídeos), panfletos sucintos, porém comunicando a mensagem correta. Artigos e notícias cujo conteúdo deve divulgar e tornar conhecido a excelência e eficiência da nossa cadeia do limão.

Junto aos consumidores
Ações de merchandising, (promoções casadas com cachaça, etc.) e presença constante junto aos formadores de opinião e influenciadores de hábitos como; bares/barmen, restaurantes/chefes de cozinha. Realizamos uma parceria com a ABIEC na durante evento na Rússia.

Brasil irá priorizar exportação com maior valor agregado

O Brasil intensificará a busca por uma presença maior de produtos com valor agregado no mercado internacional e também para expandir e aprofundar estes mercados, incentivando a inteligência comercial.

É o que espera Alessandro Teixeira, economista que assumiu, no último dia 18, a presidência da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), três anos após ter atuado como vice-presidente executivo do órgão.

Para agregar valor a pauta de exportação brasileira, altamente concentrada na venda de commodities agrícolas, a Agência irá promover a criação de marcas e a diferenciação dos produtos vendidos, disse Teixeira, em entrevista ao DCI.

"Exportar commodities é fundamental, a demanda mundial por alimentos vai crescer e, por isso, o preço deve continuar subindo. Mas a nossa diretriz é que o Brasil não seja um eterno exportador de commodities", ressalta Teixeira.

Uma das estratégias é agregar valor no próprio setor alimentício, via produtos funcionais - "um leite com vitaminas, por exemplo, passa a ser uma commodity de valor diferenciado. Cafés especiais, cosméticos, temos vários setores que podem ter valor agregado", justifica Teixeira.

A Apex-Brasil, dentro da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior, deve promover ainda alguns setores tidos como estratégicos para a competitividade brasileira.

Os setores de software, semicondutores, bens de capital - setores perpassam todas as atividades de produção industrial - além de fármacos e medicamentos pelo processo de inovação.

Também nos setores em que o Brasil possui condições de disputar em igualdade competitiva com países desenvolvidos, como biotecnologia, nanotecnologia e energias renováveis.

De acordo com Teixeira, a sua entrada na Apex fortalecerá o setor de etanol. "Nós dividiremos com o Ministério das Relações Exteriores a interlocução com os EUA para produção conjunta de etanol em terceiros mercados, prevista no memorando de entendimento assinado com o Brasil", explica Teixeira.

A intenção é, não só exportar, mas internacionalizar o etanol brasileiro, já que o país é um dos principais produtores mundiais do biocombustível.

Atualmente, Teixeira acumula a direção da Apex-Brasil, deixada por Juan Quirós, e a presidência Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). "O fato de ter presidido a ABDI me faz um conhecedor da política industrial e isso é fundamental para promover a exportação na cadeia produtiva.

Hoje eu tenho mais condições de debater com os setores brasileiros", avalia o economista. A Apex deve aprofundar o diálogo com os setores contidos no Plano Estratégico Setorial (PES) da ABDI - Frutas Processadas; Têxtil; Cosméticos; Equipamentos Médicos e Odontológicos; Plásticos; Aeronáutico; Calçados; Automação Industrial; Móveis e Confecção. "É fundamental fazer o planejamento com os setores para melhorar a oferta exportável e aumentar participação brasileira no mercado internacional", justifica.

Internacionalização
Um outro desafio para o novo presidente da Apex é a internacionalização da cadeia produtiva brasileira. "A nossa idéia é que a agência seja um nódulo da rede internacional que o Brasil precisa constituir em curto prazo.

Os Centros de Distribuição são uma parte de uma estratégia de internacionalização da cadeia produtiva brasileira, devemos inaugurar novas unidades na Rússia, China e África do Sul", antecipa.

A Apex trabalha com 33 mercados prioritários nos diferentes continentes.

"Trabalhamos com um número elevado de mercados prioritários e, por isso, temos que priorizar os segmentos e os canais de distribuição mais adequados em cada mercado".

Na Ásia, os focos são China, Japão, Índia e Cingapura; no Oriente Médio, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita; nas Américas, o foco são os Estados Unidos, México, a Colômbia, o Chile, a Argentina e a Costa Rica; na Europa, a Alemanha, o Reino Unido, Portugal, Rússia e Polônia; e no continente africano a atuação será ampliada, com ações de promoção na África do Sul, Angola, Nigéria, Marrocos e Egito -além de ações no âmbito do Mercosul.

A Apex-Brasil foi criada com o objetivo estimular as exportações a partir de ações de promoção comercial, aumentando a visibilidade de produtos e serviços brasileiros no exterior.

Também deve criar instrumentos que agilizem os canais de distribuição.

Em 2007, a meta é atingir US$ 152 bilhões em exportação, valor 11% acima do alcançado em 2006, de US$ 137,5 bilhões.

Caravana da Fruta



Caravana da Fruta irá percorrer 7 regiões de São Paulo

Nos últimos anos o crescimento da fruticultura nacional foi acompanhado pelo agravamento dos seus problemas estruturais. O setor produz anualmente cerca de 40 milhões de toneladas, mas convive com sistemas de comercialização inadequados
para o escoamento dessa produção. A CARAVANA DA FRUTA tem a intenção de reverter essa situação no país, possibilitando o intercâmbio de informações entre as
dificuldades do fruticultor e as exigências do mercado nacional e internacional.

A CARAVANA DA FRUTA é uma ação do Fruta Paulista, projeto de capacitação em Boas Práticas Agrícolas e marketing realizado pelo Instituto Brasileiro de Frutas –
IBRAF, em parceria com o SEBRAE-SP e escritórios regionais de Araçatuba, Araraquara, Botucatu, Campinas,Itapeva, Presidente Prudente e Sorocaba.

A CARAVANA DA FRUTA possui um programa dinâmico que visa a interação por meio de seminários locais, onde os participantes expõem seus problemas e debatem com os promotores do evento soluções cabíveis para sua região.

Dirigida a todos os segmentos direta ou indiretamente ligados à fruticultura, a CARAVANA DA FRUTA abre um canal de diálogo e troca de informações entre os
produtores, pois de uma região para outra os desníveis em relação à tecnologia e ao mercado são signifi cativos e esta falta de integração impede que os avanços já
existentes cheguem diretamente aos produtores.

A CARAVANA DA FRUTA está direcionada aos Fruticultores, Associações e Cooperativas de Produtores, Empresas de Pesquisa Agronômica, Universidades e Faculdades de Agronomia, Fornecedores de Produtos e Serviços, Órgãos Governamentais e Agentes
Financeiros.

Caravana visa levar informação e interação para pequenos produtores do Estado
Levar informação sobre produção, pós-colheita, cooperativismo, processamento, gestão da propriedade e comercialização a pequenos produtores de 7 regiões do Estado é o que pretende a Caravana da Fruta, que irá proporcionar a interação entre produtores, técnicos, acadêmicos e autoridades e inicia seu trajeto pela região de Sorocaba, na cidade de Pilar do Sul, nos dias 20 e 21 de junho.

Esta é uma ação do Fruta Paulista, projeto de capacitação em Boas Práticas Agrícolas e marketing realizado pelo Instituto Brasileiro de Frutas - IBRAF, em parceria com o SEBRAE-SP e escritórios regionais de Araraquara, Araçatuba, Botucatu, Campinas, Itapeva, Presidente Prudente e Sorocaba.

Seu objetivo é proporcionar aos participantes as informações necessárias para estruturar a propriedade e a plantação, visando à produção utilizando as melhores técnicas para garantir um produto com qualidade superior.

A comercialização também será abordada com palestras instrutivas sobre o mercado nacional e internacional, pois apesar da grande produção do Brasil - cerca de 40 milhões de toneladas - os sistemas de comercialização são inadequados para o escoamento dessa produção.

Dirigida a todos os segmentos direta ou indiretamente ligados à fruticultura, a Caravana da Fruta irá atender as necessidades do produtor, pois segundo Eduardo Flud, gestor de projetos de agronegócio de Sorocaba,

“os temas das palestras foram sugeridos pelos próprios produtores de acordo com as necessidades do setor na região”. Maurício de Sá Ferraz, coordenador do projeto, ressalta que “a Caravana da Fruta abre um canal de diálogo e troca de informações entre os produtores, pois de uma região para outra os desníveis em relação à tecnologia e ao mercado são significativos e esta falta de integração impede que os avanços já existentes cheguem diretamente aos produtores”.

1ª Caravana

Serviço: Caravana da Fruta – Região Sorocaba
Data: 20 e 21 de junho das 9 às 18h00
Local: Centro Comunitário Estudantil José de Moraes
Rua Euzébio de Moraes Cunha, 297 – Centro – Pilar do Sul

O projeto Fruta Paulista, lançado no início deste ano, foi desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf) em parceria com Sebrae-SP com o objetivo de promover a qualidade e abrir novas frentes de comercialização da fruta paulista no mercado interno e externo, beneficiando diretamente 400 produtores rurais das regiões de Araraquara, Araçatuba, Botucatu, Campinas, Itapeva, Sorocaba e Presidente Prudente.

As frutas pré-selecionadas foram uva, caqui, limão tahiti, manga, abacaxi, figo, acerola, goiaba e frutas de caroço, em um segmento que, além de ser baseado na agricultura familiar, é forte gerador de empregos e fator de fixação do homem no campo.

"Este projeto pretende resgatar a visibilidade de São Paulo como potencial supridor de frutas e irá permitir que além dos produtores e regiões contempladas no projeto, municípios vizinhos e produtores de outras regiões sejam beneficiados indiretamente com a multiplicação da informação e com a adoção de boas práticas agrícolas em suas propriedades” afirma Ferraz.

O projeto terá três grandes frentes de atuação: aumento da competitividade da fruta por meio da melhoria da qualidade na produção; realização de ações de divulgação no mercados interno; e abertura de mercados externos.

As ações de marketing internacional e acesso a mercados também contam com o apoio da APEX-Brasil - Agência de Promoção das Exportações e Investimentos.

São Paulo foi escolhido devido a sua grande representatividade na produção nacional.

O estado é responsável por 47% da produção de frutas no Brasil e por 60% do consumo interno, além de apresentar um nível de exigências mercadológicas compatíveis às do mercado internacional.

2ª Caravana - Araçatuba recebe Caravana da Fruta

Produtores de abacaxi da cidade de Guaraçaí terão acesso a ciclo de palestras da Caravana

Cinqüenta produtores rurais e convidados da região de Araçatuba, em São Paulo, recebem nos dias 31 de julho e 1 de agosto a Caravana da Fruta no município de Guaruaçaí, que irá levar técnicos, pesquisadores e consultores para informar e capacitar os produtores em manejo, sistemas de irrigação, adequação da propriedade para exportação, padronização do produto, fitossanidade e agroindustrialização.

Segundo Shoji Korin, presidente da Associação de Produtores de Abacaxi do Município de Guaraçaí - APAMG, “a Caravana da Fruta trará tecnologia para o produtor, pois neste mundo que vivemos sem conhecimento ficamos fora do mercado, por isso o produtor tem que conhecer as novas tecnologias".

Para Roderic Ken Miyoshi, analista do escritório regional do SEBRAE-SP em Araçatuba, "a Caravana da Fruta atende as necessidades do grupo de abacaxi, já que foram eles que solicitaram os temas que serão abordados, e fortalece ainda mais o relacionamento do Sebrae com seus parceiros - produtores, associados, entidades, etc”.

Guaraçaí é o maior produtor de abacaxi Havaí ou Smouth Cayene em São Paulo, respondendo por 82,7% da produção do estado, com uma colheita anual de 80 mil toneladas em 3,5 mil hectares dedicados ao cultivo.

Metade da população da cidade de cerca de 10 mil habitantes está envolvida direta ou indiretamente nos elos dessa cadeia produtiva. Maurício de Sá Ferraz, coordenador do Projeto Fruta Paulista pelo IBRAF, “o abacaxi é uma fruta de grande importância para a região de Araçatuba e os produtores dessas frutas estão organizados em uma Associação bem definida, o que facilita a adoção de novas práticas bem como a participação nas atividades do projeto”.

O projeto Fruta Paulista na região de Araçatuba tem o objetivo de promover o desenvolvimento das Cadeias Produtivas de Abacaxi por meio da capacitação dos produtores e técnicos da região, em Boas Práticas Agrícolas com foco na certificação, incentivando a comercialização através do enquadramento nas exigências dos mercados interno e externo, finalizando com ações de marketi

3ª Caravana da Fruta à Araraquara

Produtores rurais da região de Araraquara no Estado de São Paulo terão a oportunidade de aprender e debater assuntos sobre limão, manga e goiaba.

Nos dias 30 e 31 de agosto acontece em Araraquara - São Paulo, a Caravana da Fruta, ação de capacitação por meio de seminários técnicos e debates.

O Instituto Brasileiro de Frutas - IBRAF e o Sebrae-SP reunirão cerca de oitenta produtores rurais e uma associação de produtores de limão Tahiti, manga e goiaba para transmitirem informações necessárias que auxilie na estruturação da propriedade, com temas que envolvem irrigação, poda, fertilização do solo, agroindustrialização, mercado interno e externo, associativismo e cooperativismo.

O projeto visa aperfeiçoar as técnicas das cadeias produtivas da região para melhor atender aos mercados interno e externo.

A Caravana da Fruta promove a interação através de seminários no qual os participantes expõem seus problemas e debatem com os promotores do evento as melhores soluções para sua região. Os assuntos dos seminários são propostos pelos próprios produtores da região, que vêem nestes temas entraves para os principais problemas da região.

Para o gerente comercial da Cooperativa dos Agropecuários Solidários de Itápolis - Coagrosol, Reginaldo Vicentin, “esse projeto é uma forma de atualizar os produtores rurais sobre os acontecimentos do mercado, adequando todas as exigências da União Européia”. O gerente administrativo, Vagner Virgilio Pinto de Camargo Junior, da Cooperativa dos Fruticultores de Cândido Rodrigues – Cofrucar, também acredita que “o evento é uma troca de experiências e conhecimentos entre os próprios produtores”.

Além disso, “todos terão a oportunidade de aprimorar seus trabalhos, se desenvolvendo cada vez mais”, acrescenta a gerente administrativa da Associação de Produtores Rurais de Taquaritinga - Aprotag, Silvia Elena de Lima Rossi.

A Caravana da Fruta terá grande importância para a região de Araraquara, já que esta é uma das grandes regiões produtoras de frutas do Estado de São Paulo sendo a segunda maior produtora de limão Tahiti com de 4.300 ha. Produz também 1.400 ha de manga e 395 ha de goiabas.

O Estado de São Paulo é o segundo maior produtor de goiaba do Brasil, com uma área plantada de 5.213 ha, totalizando 102 mil toneladas.

4ª Caravana da Fruta à Valinhos, na região do Circuito das Frutas Paulista, nos dias 19 e 20 de setembro.

Assuntos como manejo, cooperativismo, gestão da propriedade rural, tendências de mercado, agroquímicos e logística serão apresentados aos produtores de Valinhos, já que vêem nestes temas entraves para os principais problemas da região.

Marcos Mange, gestor de projeto do Sebrae-SP na região Sudeste Paulista – base Campinas, destaca que “a Caravana da Fruta cumpre as expectativas dos próprios produtores, já que os assuntos são propostos por eles mesmos, além disso, a ação ajuda a melhorar a região do Circuito das Frutas”.

O presidente da Associação Agrícola de Valinhos, Pedro Sidnei Pellegrini, também acredita que “a Caravana da Fruta é muito importante, pois os produtores têm que ficar informados para melhor atender ao mercado”.

Segundo a gerente executiva do IBRAF, Valeska Oliveira, “o evento é de grande importância, pois possibilitará um melhor conhecimento do mercado e de tecnologias para a goiaba e figo da região”.

A região de Campinas se destaca como maior produtor de figo do Estado de São Paulo com uma produção superior a 8 mil toneladas o que representa 89,3% da produção do Estado. A produção de goiaba também merece destaque, com 15% da produção do Estado, com volume de 15 mil toneladas.

Serviço:
Caravana da Fruta em Campinas
Data: 19 e 20 de setembro
Solenidade de abertura: 19 de Setembro às 9:00
Palestras: 19 de setembro, das 10:20 às 18:00 e 20 de setembro, das 08:30 às 18:00
Local: Hotel Fonte Santa Tereza Rua 12 de Outubro, 652 Vila Santana Valinhos SP

5ª Junqueirópolis sediou Ciclo de Palestras do Projeto Caravana da Fruta

Junqueirópolis recebeu esta semana a Caravana da Fruta. O evento foi realizado nos dias 26 e 27 de setembro na Divisão Municipal de Ensino e contou com o apoio da Prefeitura Municipal, ACE - Associação Comercial e Empresarial, AAJ - Associação Agrícola de Junqueirópolis e AFOP - Associação de Fruticultores do Oeste Paulista.

A comercialização também é abordada com palestras instrutivas sobre o mercado nacional e internacional, pois apesar da grande produção do Brasil, cerca de 40 milhões de toneladas, os sistemas de comercialização são inadequados para o escoamento dessa produção.

Dirigida a todos os segmentos direta ou indiretamente ligados à fruticultura, a Caravana da Fruta irá atender as necessidades do produtor. Maurício de Sá Ferraz, coordenador do projeto, ressalta que “a Caravana da Fruta abre um canal de diálogo e troca de informações entre os produtores, pois de uma região para outra os desníveis em relação à tecnologia e ao mercado são significativos e esta falta de integração impede que os avanços já existentes cheguem diretamente aos produtores”.

Com o objetivo de levar informação sobre manejo das culturas, pós-colheita, cooperativismo, refrigeração, mercado internacional, logística e tendências comerciais a pequenos produtores de fruta de 7 regiões do Estado, nosso município foi escolhido para representar a região de Presidente Prudente.

Participaram das palestras 20 produtores de manga da região de Presidente Prudente e 70 produtores de acerola de nosso município que estão cadastrados no Programa Boas Práticas Agrícolas do SEBRAE.

A solenidade de abertura do evento aconteceu dia 26 de setembro e contou com a presença do Prefeito Osmar Pinatto, Presidente da Câmara Paulo Dias Fuzinato, Diretor da Cati Regional – Dracena Luiz Alberto Pelozo, Representante da AFOP - Associação de fruticultores do Oeste Paulista Laércio Eimore, a Gestora do Projeto Fruta Paulista – SEBRAE Fabíola Néias, o Coordenador do Projeto Fruta Paulista – IBRAF Maurício de Sá Ferraz e Representante do SEBRAE – SP José Carlos Gomes dos Reis.

O presidente da Associação Agrícola e Diretor da Agricultura Osvaldo Dias comenta que nesses dois dias de curso os produtores assistiram a palestras técnicas de controle de pragas e doenças, possíveis variedades a serem pesquisadas e implantadas na nossa região e ao potencial de comercialização da fruticultura no mercado interno e externo. Dias, comentou também sobre o Mercado Justo, a qual a Associação Agrícola de Junqueirópolis – AAJ, se inscreveu pedindo filiação na ONG – FLO na Alemanha, que atua em 20 países na Europa, Ásia e EUA. Esta entidade faz custo de produção com ganho real e consegue exportar o produto por um preço que garante uma renda digna ao produtor.

Para conseguir a filiação, a cooperativa ou associação deve se adequar a algumas normas, tais como produzir produtos de boa qualidade respeitando o meio ambiente, não tendo mão de obra infantil e garantir boa remuneração aos funcionários.

Se a AAJ conseguir filiação, além de conseguir exportar nossa acerola e demais frutas, o produtor terá uma renda digna e também o município será beneficiado, através de recursos enviados pela ONG para investimentos na área social.

“É motivo de orgulho para nós junqueiropolenses poder sediar este ciclo de palestras da Caravana da Fruta, aqui em Junqueirópolis representando a região de Presidente Prudente, sabemos que este é um projeto muito importante para os fruticultores de todo o estado, e com certeza estas palestras vieram ajudar os produtores e a Associação”. Finaliza Osvaldo.

Mais Informações:
Luciana Pacheco
Assessoria de Comunicação
Instituto Brasileiro de Frutas
Tel./Fax: 55 11 3223-8766
luciana@ibraf.org.br
www.ibraf.org.br / www.brazilianfruit.org.br

Resumo: 400 produtores rurais

1ª Sorocaba (Cid. Pilar do Sol) - Foco: Uva, Caqui, Limão Tahiti, Manga, Abacaxi, Figo, Acerola, Goiaba (Frutas de caroço)
Sebrae: Sorocaba

2ª Araçatuba (Cid. Guaraçai) 50 produtores
Abacaxi
Sebrae: Itapeva

3ª Araraquara (Cid. Taquaritingua) 120 produtores
Limão, Manga e Goiaba
Sebrae: Araraquara

4ª Valinhos
Figo e Goiaba
Sebrae: Campinas

5ª Presidente Prudente (Cid. Junqueirópolis) 20 de manga + 70 produtores de acerola
Sebrae: Presid. Prudente


Sebrae: Botucatu


Sebrae: Araçatuba

Vinagre de CAQUI

Cooperativa paulista quer exportar vinagre de caqui. A fabricação do produto em escala industrial é inédita no Brasil. O vinagre, que surge diretamente da fermentação natural do caqui, levou três anos para ser desenvolvido. Recém lançado, já é comercializado em várias cidades do estado de São Paulo pela Cooperativa Agrícola Nossa Senhora das Vitórias, com sede em Jundiaí, e também atraiu a atenção de um importador da Europa.

Geovana Pagel - geovana.pagel@anba.com.br

São Paulo - Para conquistar o mercado externo, vinte produtores da Cooperativa Agrícola Nossa Senhora das Vitórias (NSV), de Jundiaí, interior de São Paulo, decidiram inovar e investir na produção de vinagre à base de caqui. A fabricação do produto em escala industrial é inédita no Brasil. Recém lançado, o vinagre especial já é comercializado em várias cidades de estado de São Paulo.

"O vinagre de caqui surge diretamente da fermentação natural da fruta. Acreditamos muito no potencial do produto, especialmente no mercado externo. Lá fora existe muito mais consciência da importância do consumo de produtos naturais, sem química", diz o presidente da NSV, Orlando Steck Filho.

Outra peculiaridade do vinagre de caqui é que, por não possuir álcool em sua composição, ele não "queima" (escurece) as verduras após o tempero. A novidade já atraiu a atenção de um importador da Europa. Há algumas semanas um espanhol passou pela região de Jundiaí e levou amostras do produto para casa. "Ainda não temos nada formal, mas já recebemos um pedido de cotação e estamos otimistas", afirma Steck. De acordo com o presidente, a idéia de industrializar o vinagre, que já era produzido por alguns agricultores de maneira artesanal, surgiu em 2003.

Até chegar ao produto final foram necessários três anos de muitos experimentos. Uma química foi contratada especialmente para desenvolver o vinagre. "O investimento foi feito pelos próprios cooperados, com calma", conta. O processo de envase do vinagre também é feito na cooperativa em embalagens pet de 500 ml e em embalagens de vidro de 380 ml. A safra de caqui ocorre de fevereiro a junho. A estimativa para este ano é de que sejam produzidas 400 mil caixas de seis quilos cada. Cerca de 15% a 20% desse total será utilizado para a fabricação do vinagre.

Formada em 2003, a cooperativa recebeu registro provisório na Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) no mês de fevereiro.

"A cooperativa nos proporciona melhores condições para comercializar nossas frutas. Hoje, podemos atender grandes pedidos, situação impossível quando trabalhávamos de forma individual. Com o excedente de caqui, estamos produzindo o vinagre e esperamos expandir nossa atuação neste ano", disse o presidente da NSV.

Segundo ele, a entidade sempre apostou em inovação pois foi pioneira na utilização de caixas de papelão no transporte do caqui, hoje praticamente uma unanimidade no setor. "Com o papelão, garantimos mais higiene, comodidade e segurança no transporte em relação aos caixotes de madeira", diz Steck. A NSV também comercializa uva, ameixa e pêssego in natura.

Telefone: +55 (11) 4582-0625
cooperativansv@terra.com.br

O caqui (português brasileiro) ou dióspiro (português europeu) é o fruto do caquizeiro (português brasileiro) ou diospireiro (português europeu) (Diospyros kaki, L.f.), uma árvore da família Ebenaceae. O nome Diospyros tem origem no grego dióspuron que significa alimento de Zeus. É originário da China, sendo muito popular no Japão. Sendo uma fruta de caldo, contém grandes quantidades de água em seu interior. Existem diversas variedades: A variedade vermelha, quando maduro, é muito doce e mole, precisa de muito cuidado no transporte para não amassar.

A variedade conhecida como caqui-chocolate é de cor alaranjada e no interior tem riscas cor de chocolate, é mais duro e resistente, e não é tão doce quanto o vermelho. Tem poucas calorias (cerca de 80 a cada 100 g), e possui vitaminas A, B1, B2 e E, além de cálcio, ferro e proteínas.

É muito cultivada na região sul do Brasil e no estado de São Paulo, pois dá-se bem em climas amenos e frios (subtropical e temperado).

Greefa - equipamentos de seleção de frutas


Class. Corda Caqui - Barana

Mangaba



Para atender a este mercado em expansão, a Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical desenvolve programas de melhoramento genético de abacaxi, acerola, banana e maracujá para a obtenção de híbridos com potencial ornamental.

“Além de proporcionarem plantas de efeito paisagístico a serem utilizadas em jardins e parques, as fruteiras ornamentais podem também ser comercializadas em vasos ou como flores de corte e folhagens”, explica Fernanda Vidigal Souza, pesquisadora da Embrapa.

Muitas variedades silvestres de fruteiras se caracterizam por possuírem frutos pequenos, extremamente ornamentais e que podem ser usados em diferentes arranjos, como as bananeiras silvestres, os citros e o abacaxi. A beleza e a novidade que esses minifrutos representam são umas das vertentes de inovação que esse trabalho representa.

A mangaba é uma fruta rica em ferro e vitamina C e sua concentração de polpa chega a 94% de rendimento. A mangabeira, espécie nativa do Brasil, é encontrada nos tabuleiros costeiros e restingas no Nordeste e no cerrado, especificamente norte de Minas Gerais, região Centro-Oeste e parte da Amazônia.

Mas é no Nordeste sua maior aceitação, principalmente pela agroindústria. Produtos feitos com a fruta, como sorvete, suco, geléia, são muito apreciados pelos nordestinos, que têm a mangaba como elemento da cultura popular.

Além de saborosa, a mangaba é um meio de sobrevivência para a população. No período de novembro a abril, em diversos estados do Nordeste, sua colheita é a única fonte de renda de centenas de famílias. Elas sobrevivem da colheita da fruta em áreas nativas. Mas essas áreas remanescentes de mangabeiras estão desaparecendo, sendo destruídas e substituídas pela expansão imobiliária, pelos criatórios de camarão, plantios de cana-de-açúcar e de coqueirais.

Estudos mostram que a mangaba já desapareceu de algumas dessas áreas. O pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros Josué Francisco Silva Júnior acredita que uma alternativa para amenizar este problema e disponibilizar a fruta no mercado em grande escala é ampliar a produção comercial, o que torna o plantio de mudas obtidas por sementes uma boa opção.

Josué destaca que mangaba é uma cultura que não precisa de muitos cuidados. “Geralmente a planta é cultivada sem a necessidade de adubações constantes ou de outros manejos”.

Com relação à produção de mudas, o produtor precisa ter cuidado na seleção dos frutos. As sementes devem ser obtidas de plantas produtivas e isentas de pragas e doenças.

A propagação de espécies frutíferas é uma linha de trabalho que a Embrapa Amazônia Oriental desenvolve há mais de vinte anos.

Das frutas nativas da Amazônia, a pesquisa já estabeleceu técnicas eficientes para a propagação do açaizeiro, abieiro, cupuaçuzeiro, muricizeiro, taperebazeiro, pequiazeiro, castanheira-do-brasil e pupunheira. Das exóticas, ou seja, introduzidas de outros países, destacam-se o abricoteiro, a gravioleira, o jambeiro, o mangostãozeiro e o rambotãozeiro.

Ao contrário das plantas propagadas por sementes - técnica normalmente utilizada pelos agricultores da região - a propagação assexuada, ou seja, por pedaços da planta-mãe que se deseja propagar, proporciona a obtenção de plantas mais homogêneas e frutos com melhor qualidade. Além disso, reduz em 40% o tempo de início da produção e gera plantas com menor porte, o que facilita a colheita.

Os principais métodos de propagação assexuada são a estaquia e a enxertia.

O primeiro consiste na retirada de pequenos ramos (ou estacas) das árvores, os quais são colocados em propagador para que ocorra a regeneração de raízes e de ramos. Daí surgem as novas plantas.

A enxertia é uma método de propagação mundialmente consagrado na produção de mudas de espécies frutíferas. É a união de uma gema ou de um fragmento de ramo de uma planta adulta a uma planta jovem.

A planta enxertada passa a se constituir numa única e nova planta. O sucesso da enxertia depende de uma série de fatores, como a compatibilidade entre o porta-enxerto e o enxerto, a época do ano e as condições ambientais.

www.embrapa.br = Fruticultura Tropical

Apple no Brasil MAÇÃ


Variedade: Fugi

A Cultura da Macieira foi introduzida no País com o apoio do Governo Brasileiro, visando à substituição das importações da fruta. O gráfico acima mostra que nossos produtores não só alcançaram aquele objetivo, como também fizeram do Brasil um país agora reconhecido como “exportador de maçãs”. Desde 1999 (à exceção de 2001), as operações comerciais relativas a maçãs frescas vêm apresentando saldos superavitários na balança comercial.

O Brasil exportou maçãs frescas em 2002 para 31 países, em 2003 este número passou para 33 e em 2004 chegou a 41 países (fonte: sistema Alice, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). Com a exploração de novos mercados, principalmente na Ásia, com a ajuda dos recursos da APEX este número tende a crescer anualmente ainda mais. Ainda, ilustrando os resultados quantitativos do projeto queremos deixar alguns artigos de imprensa:

1) Frutas Embarques de maçã crescem 61%

A maçã, quarta fruta mais exportada pelo Brasil em 2003, superou as expectativas do setor produtivo e atingiu embarque de 110 mil toneladas até maio deste ano.

O volume é 61,2% maior que o registrado em igual período do ano passado e supera em 43,8% o total exportado em todo o ano de 2003, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM).

"O setor previa exportações de 120 mil toneladas este ano, mas graças à maior demanda pela fruta na Europa nossa meta foi revista para 130 mil toneladas", afirma Luiz Borges, presidente da entidade. Em 2003, o setor enviou ao mercado externo 78 mil toneladas.

A receita, que foi de US$ 37 milhões, deve alcançar US$ 55 milhões este ano.

Além da safra recorde de maçã, segundo Borges, o setor foi favorecido pela quebra na safra da Europa - região que responde por cerca de 90% das exportações brasileiras da fruta. A pouca oferta da fruta desde o fim de 2003 permitiu ao Brasil elevar os embarques e obter preços favoráveis no início do ano.

A partir de maio, a maçã brasileira concorre com produto da África do Sul, Chile e Argentina. O período mais favorável para as vendas é de fevereiro a julho. "Mercados novos também começam a ampliar a demanda, como Malásia e Coréia do Sul", diz Borges.

A gaúcha Agropecuária Schio, maior exportadora de maçã do país, espera embarcar este ano 27 mil toneladas de fruta, contra 20 mil em 2003. "A carência da fruta na Europa e os preços baixos no mercado interno impulsionaram os embarques", afirma Luís Eduardo Schio Júnior, diretor comercial da empresa, que espera aumentar a produção em 33%, para 120 mil toneladas este ano.

Edson Batista de Melo, gerente de exportações da catarinense Agroindustrial Perazzoli (Agropel), diz que as exportações da empresa cresceram 150% em relação ao ano passado, atingindo em torno de 23,3 mil toneladas. "A maçã brasileira tem melhorado em tamanho e sabor, competindo com as frutas do Chile e da África do Sul", afirma Melo. Os embarques de 2005 serão definidos pela qualidade da safra 2004/05 da maçã, o que dependerá de tempo frio no inverno e chuvas na primavera, época de floração das árvores. "Até agora o clima está perfeito para a cultura", diz Borges.

A perspectiva é que a produção atinja 1,2 milhão de toneladas em 2005, contra 1,1 milhão este ano. O volume da safra colhida, que se encerrou em maio, foi 58,5% maior que a de 2003. A ABPM estima para o setor faturamento de R$ 1,15 bilhão contra R$ 700 milhões no ano passado.

Fonte: Valor Econômico 08/06/04 Cibelle Bouças De São Paulo

2) Maçã nacional em busca de novos mercados 09/6/2004 Por Priscila de Cássia Trindade

De acordo com dados da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), nos primeiros cinco meses de 2004, foram exportadas, cerca de 103 mil toneladas da fruta, que correspondem a US$ 50 mil. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o setor apresentou um crescimento de 50% na sua comercialização internacional.

Segundo o presidente da ABPM, Luiz Borges, o segmento obteve esse resultado em razão à diminuição da safra européia. "Tivemos esse acréscimo nas exportações por problemas climáticos, que tornaram inferiores a qualidade e a quantidade das frutas na Europa", ressaltou a reportagem do NetMarinha.

Apesar da maçã nacional ter como principal importador a União Européia, que absorve 90% das exportações, o setor fruticultor encontra dificuldades para ingressar em mercados como Estados Unidos e China.

Segundo Borges, é difícil consolidar o produto nacional nesses países por causa das inúmeras exigências. "O mercado frutífero está saturado e a única maneira de ganhar espaço nessa área é derrubando os países concorrentes", disse.

Para Borges, o setor encontra dificuldades de expansão em razão das barreiras tributárias e técnicas, mas admite que o principal entrave para o aumento da comercialização internacional advém das deficiências de infra-estrutura dos portos e da demanda de contêineres refrigerados. "Esses problemas atrasam nossas vendas e é necessário muito jogo de cintura para driblá-los",afirmou.

Por meio de feiras internacionais e degustações, a ABPM, pretende conquistar mercados como Coréia, Malásia, Taiwan, Cingapura e Canadá. "Acreditamos que, até junho deste ano, exportemos 130 mil toneladas de maçã brasileira", concluiu Luiz Borges.

3) Dobra a receita com exportações de maçã no primeiro semestre

Florianópolis - As exportações brasileiras de maçã no primeiro semestre deste ano atingiram 145,3 mil toneladas, com receita de US$ 69 milhões.

O resultado corresponde a quase o dobro do recorde histórico do segmento, que fora de 76,5 mil toneladas no ano passado, com receita de US$ 37,8 milhões.

É também mais que o dobro do que esperava a Associação Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM), que previa para este ano embarque de 70 mil toneladas. O crescimento da exportação resultou em superávit de US$ 62,2 milhões na balança comercial da fruta no acumulado até junho, período que concentra a quase totalidade dos embarques, por ser época de entressafra na Europa, principal comprador do produto brasileiro.

Fonte: Gazeta Mercantil

4) As exportações brasileiras de maçã vão atingir 150 mil toneladas em 2004, o dobro das 76 mil toneladas embarcadas no ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Maçã, com sede em Fraiburgo (SC).

As vendas - 90% delas destinadas à Europa - renderão US$ 70 milhões.

O volume exportado representará cerca de 15% da safra da temporada, que superará até a previsão otimista de 1 milhão de toneladas. "Deve ficar entre 1,030 milhão e 1,050 milhão", diz Luiz Borges Junior, presidente da associação.

A fraca safra européia da fruta favorece as exportações do País, segundo Borges.

A Europa utiliza um sistema de salvaguardas que permite a entrada de 630 mil toneladas do produto vindas de países do Hemisfério Sul - onde, além do Brasil, ficam grandes produtores, como Argentina, Chile, Nova Zelândia, Austrália e África do Sul.

Acima desta tonelagem, a fruta fica sujeita a uma sobretaxa de 11,7%.

Mas a baixa oferta local fez os europeus abrirem uma exceção. "Até 7 de agosto já entraram 850 mil toneladas do Hemisfério Sul, o que abriu mais espaço para nós", diz o presidente da ABPM. "E já deu para perceber que a safra dos europeus no ano que vem será fraca, eles até já elevaram o limite das salvaguardas de 2005 para 730 mil toneladas."

Apesar das boas condições do mercado internacional, os macieiros não encontram facilidade para embarcar as frutas. Enfrentam os mesmos problemas dos demais exportadores: más condições das rodovias, portos saturados e falta de contêineres e navios disponíveis. "Como o Brasil importa pouco, acabamos tendo de pagar frete duplo, porque o contêiner vem vazio da Europa",afirma Borges.

Ele diz que os produtores nacionais também estão em busca de novos mercados, principalmente na Ásia. Os mais promissores são Hong Kong, Cingapura, Malásia, Coréia do Sul e Taiwan.

Os agricultores também promovem excursões para divulgar a maçã brasileira. Neste ano o alvo foram os países escandinavos e ação semelhante está programada para acontecer na Alemanha em 2005. "Como quase todas as frutas, a maçã é hoje um produto superofertado no mundo", diz o executivo. "Para ocupar mais espaço é necessário excluir um concorrente, o que só se consegue mostrando ter mais qualidade.”

Fonte: Diário do Comércio e Indústria 16/08/04

5) 19/10/2004: Maçã passará a ser a fruta mais exportada pelo Brasil

A maçã é a fruta que mais deve gerar receitas com exportações para o Brasil este ano. As projeções do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf) indicam que a maçã vai passar do quarto lugar para o primeiro no ranking de frutos exportados pelo país.

Os produtores de maçã faturaram US$ 72,5 milhões com vendas externas até o mês de setembro, o que poderá fazer a fruta ultrapassar a manga, a uva e o melão em receitas com comércio exterior.

No ano passado, a manga foi o fruto mais exportado pelo país, seguido pela uva e o melão. "Algumas destas frutas tiveram problemas com o excesso de chuvas e a maçã teve um desempenho brilhante na exportação", diz o gerente de exportação do Ibraf, Maurício de Sá Ferraz.

As exportações de manga, por exemplo, não devem atingir os mesmos US$ 73 milhões do ano passado. Já as vendas internacionais de maçã cresceram 91% até setembro deste ano em faturamento.

Em volume, as exportações dobraram e atingiram 1! 52,2 mil toneladas. Como a colheita ocorre entre os meses de janeiro e maio, as vendas normalmente estão concluídas até agosto.

O aumento da comercialização externa ocorreu devido a um expressivo crescimento da produção e também à queda de safra enfrentada pela Europa no ano passado.

Foram colhidas 989,9 mil toneladas de maçã nos pomares brasileiros este ano, contra 701 mil no ano passado.

A Europa comprou cerca de 90% das maçãs exportadas pelo país este ano, o que foi facilitado pela queda de preço decorrente da boa safra no Hemisfério Sul.

A tonelada foi vendida por uma média de US$ 450, entre 5% a 10% menor que no ano anterior. O preço médio histórico da tonelada de maçã é de US$ 500.

De acordo com o vice-presidente da Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM), Laor Alves, os produtores brasileiros também investiram em novas tecnologias, práticas de cultivo, defesa fitossanitária e fertilização para melhorar a produtividade e a qualidade dos produtos e ter acesso ao mercado internacional.

"Dois terços do aumento de produção ocorreu devido ao crescimento da produtividade", diz Alves. As condições climáticas favoreceram a produção.

Até o mês de setembro, a maçã já respondia por cerca de 30% das receitas do Brasil com exportações de frutas, conforme dados do Ibraf. O país faturou US$ 228,5 milhões com vendas internacionais do setor nos nove primeiros meses do ano.

Foram vendidas 570 mil toneladas de frutas brasileiras ao exterior até setembro.

Pólos de maçã

A maçã normalmente precisa de frio para se desenvolver bem. Exatamente por isso, os dois maiores estados produtores são Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde as temperaturas são mais baixas no inverno. Santa Catarina é o maior pólo, com 532 mil toneladas produzidas na última safra, e o Rio Grande do Sul é o segundo, com 409 mil.

Os dois estados abrigam as duas maiores cidades produtoras: Fraiburgo, em Santa Catarina, e Vacaria, no Rio Grande do Sul. De acordo com o presidente da Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi), Blaise de Laurens Castelet, a fruta precisa de 800 horas a mil horas de temperatura abaixo de sete graus, no inverno, para brotar bem. Os tipos de maçãs mais produzidos no país são a gala, de origem inglesa, e a Fuji, japonesa.

O estado do Rio Grande do Sul aumentou expressivamente a sua produção de maçã este ano. Os dados da Agapomi mostram que a colheita atingiu 408 mil toneladas contra 310 mil do ano passado. As exportações quase dobraram, saltando de 66 mil toneladas para 35 mil toneladas. Para 2005, os gaúchos esperam exportam 100 mil toneladas de maçã, de acordo com Castelet.

O desempenho das exportações brasileiras de maçã em 2005, porém, ainda vai depender de vários fatores, como a safra européia e o clima.

Neste ano, a União Européia incorporou um novo sócio, a Polônia, grande produtora de maçãs, o que deve acirrar a concorrência para os brasileiros na região. O vice-presidente da ABPM diz que ainda é cedo para projeções, mas acredita que tanto a safra, quanto as exportações, possam ter uma pequena queda em 2005.

Fonte: ANBA

6) Publicação Gazeta Mercantil: 27/10/3004 - Exportações de Maçãs Dobram e Atingem Novo recorde histórico

São Paulo, 27 de Outubro de 2004 - Os produtores brasileiros de maçã devem colher neste ano o melhor resultado de sua história. O volume - e as receitas - com exportações dobraram neste ano, na comparação com o anterior, e o consumo per capita deve crescer pela primeira vez desde 2002.

Neste ano, o Brasil exportou 152,77 mil toneladas, o dobro das 76,18 mil toneladas embarcadas em 2003. Em receita, o total chegou a US$ 68,8 milhões. As exportações ocorrem entre janeiro e junho, pico de compras da Europa, maior cliente brasileiro e responsável por quase 90% do exportado pelo País.

"As vendas cresceram e tomamos da Argentina o posto de quarto maior exportador mundial", diz Pierre Pérès, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Maçãs. Para 2005, as exportações podem chegar a 170 mil toneladas.

O "boom" das exportações só foi possível graças à quebra da safra européia e a uma lenta, porém sólida migração do consumo para variedades de maior valor agregado.

"Os europeus estão diminuindo o consumo da variedade red delicious e aumentando as compras da gala", diz Pérès. A gala é de tamanho menor e, ao contrário da red delicious, não tem textura farinhosa. "A textura farinhosa afasta o consumidor".

Em 2004 a Europa, que historicamente importa 700 mil toneladas de maçãs por ano, elevou as compras em 30%, para 900 mil toneladas.

A previsão de crescimento da economia brasileira está animando os produtores.

"O consumo é sensível ao desempenho da economia. Quando a economia cresce, o consumo vai atrás", diz Pérès.

Índice da maçã

O consumo brasileiro, que durante anos ficou estável em 3 quilos por habitante, subiu para 5,5 quilos um ano após a implantação do Plano Real.

Seguindo a mesma lógica, no ano da desvalorização do câmbio, em 1999, o consumo recuou para 5 quilos. "Acompanhar o consumo de maçã é uma maneira interessante de se medir a temperatura da economia", diz Arival Pioli, diretor da Fischer Fraiburgo, maior produtora e exportadora de maçãs do País.

Com a recuperação da economia neste ano, prevê-se que o consumo volte a 5,5 quilos por habitante. "Se a economia continuar crescendo, em três anos o consumo poderá alcançar 7 quilos", diz Pioli.

"A recomendação de médicos nos EUA é de que o primeiro líquido que o bebê deve ingerir quando seca o leite materno é o suco de maçã", afirma. "Os brasileiros precisam investir no marketing da fruta".

Uma das iniciativas para aumentar o consumo é uma parceria com o McDonald’s, por meio da qual, desde outubro, a maçã foi incluída em definitivo no cardápio do McLanche Feliz, voltado para o público infantil. "Desenvolvemos o novo cardápio com aval da Sociedade Paulista de Pediatria.

Gostamos tanto que ampliamos para a refeição de nossos 30 mil funcionários", diz Daniel Arantes, diretor de marketing do McDonald’s.

Fonte: (Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 12 - Lucia Kassai)

7) Produtores Catarinenses de Maçã têm Boas Razões para Comemorar.

As exportações da fruta dobraram este ano, atingindo um volume de 152 mil toneladas, e um faturamento que beirou os US$ 70 milhões. As boas notícias chegam também do mercado interno, onde a maçã registrou crescimento significativo no consumo anual per capita, que em poucos anos passou de 3 quilos para 5,5 quilos.

Fonte: Diário Catarinense 02/11/04

Maçã do Brasil: nutritiva e deliciosa.

Crocante, suculenta e saborosa, assim é a maçã brasileira. Com formato ideal para consumo individual, as maçãs Fugi e Gala brasileiras são perfeitas para o dia-a-dia, seja na primeira refeição, no escritório, na ginástica, na escola, deixando qualquer momento mais refrescante e saudável.

No Brasil, devido às características climáticas, são plantadas e colhidas algumas das maçãs mais doces e suculentas do mundo. São pequenas em tamanho, mas transbordam sabor e aroma devido ao sol brilhante e quente do verão brasileiro.

A Gala brasileira é prontamente reconhecida pela sua bicoloração e casca raiada, sendo a polpa crocante, saborosa e muito doce.

Já Fugi brasileira é maior que a Gala, no entanto é tão doce quanto.

As maçãs são cultivadas nos estados do Sul do país, onde as peculiaridades do solo e clima promovem a colheita de tipos com aroma delicado e suave.

Similarmente a outras nações desenvolvidas do mundo, os produtores brasileiros estão cultivando maçãs sob o sistema de produção integrada, que restringe o uso de agroquímicos, visando uma total segurança de consumo e contribuindo efetivamente para a preservação do meio ambiente.

A maçã brasileira, com composição variada e equilibrada, é praticamente uma fruta “modelo”. Moderadamente energética é recomendada para todas as idades.

Tanto a Gala como a Fugi são capazes de fornecer como alimentação um complemento considerável de vitaminas, minerais e oligo-elementos muito variados.

Prove as maçãs colhidas dos pomares brasileiros e surpreenda-se com estas delícias.
Você pode encontrar nossas maçãs em seu país de fevereiro a julho, ou durante todo o ano no Brasil, onde estamos prontos para recebê-los com alegria.

As maçãs brasileiras, Gala e Fuji, são consideradas excelentes do ponto de vista nutricional. Além disso, o baixo teor em proteínas e gorduras são pontos positivos para quem quer emagrecer.

A pele das maçãs contém grande quantidade de elementos nutritivos, por isso é recomendável consumi-las sem descascar.

A riqueza em fibras é excelente para o trato intestinal, sendo a pectina presente na maçã um regulador natural.

melhores maçãs possuem cor acentuada. São firmes e mais pesadas em relação ao volume.

Dê preferência às maçãs de casca lisa e observe: se fruta está amassada;
se a casca apresenta cortes ou defeitos; se a casca ou a polpa apresenta manchas

Reconheça as maçãs brasileiras:

Gala

De tamanho médio, forma arredondada e pouco cônica, a Gala apresenta casca rajada, com faixas vermelho claro e fundo amarelado. É completamente lisa, lustrosa e muito atraente. A polpa é de coloração creme, sendo firme, crocante e suculenta. O aroma é agradável e marcante. O sabor, doce e a qualidade, excelente.

Fuji

De tamanho médio e arredondada. A casca é lisa e lustrosa, rajada nas cores vermelho e verde amarelado. A polpa é clara, firme e muito suculenta, crocante e doce.

Para sua proteção compre produtos devidamente etiquetados com selos de marca e indicações de origem, que permitam identificar o tipo de produto, sua origem, bem como os exportadores e importadores. As etiquetas são um meio privilegiado de comunicação das propriedades e origem do produto com o consumidor.

Se comprar frutas pré-embaladas leia com atenção as instruções e a data de validade do produto.

Como Manusear

As maçãs devem ser manuseadas com cuidado, evitando quedas e batidas, que podem provocar manchas externas e oxidações internas, prejudicando a aparência e qualidade das frutas.

Antes de consumir, lave as maçãs em água corrente com cuidado. Se necessário esfregue levemente a superfície com uma esponja macia, mas nunca use detergentes ou alvejantes. Não assuma que as frutas pré-embaladas estão adequadas para o consumo imediato.

Esteja seguro de que as mesmas foram bem lavadas. Caso contrário lave novamente.

Pronto. Você já pode desfrutar do prazer de comer uma fruta segura e deliciosa.

Como Guardar se rapidamente consumidas, mantenha as maçãs em temperatura ambiente, em fruteiras adequadas, em lugares frescos e arejados e ao abrigo da luz solar direta. Desta maneira duram por até sete dias em boas condições de qualidade.

Também, podem ser mantidas em geladeiras por até um mês, se protegidas do contato direto com outras frutas.

A maçã foi uma importante fonte alimentícia em todos os climas frios e, provavelmente, a macieira é a árvore cultivada há mais tempo.

São a espécie de fruta, à exceção dos cítricos, que pode ser conservada durante mais tempo, conservando boa parte de seu valor nutritivo.

As maçãs de inverno, colhidas no final do outono e guardadas em câmaras ou armazéns acima do ponto de congelamento, têm sido um alimento destacado durante milênios na Ásia, Europa e nos Estados Unidos (desde 1800). A Maçã cientificamente falando não é realmente um fruto, e sim um Pseudofruto (falso fruto).

A maçã é excelente para prevenir e manter a taxa de colesterol em níveis aceitáveis, através da ingestão de uma maçã por dia. Esse efeito é devido ao alto teor de pectina, encontrada na casca.

Também tem um efeito acentuado para emagrecimento, pois a pectina dificulta a absorção das gorduras, da glicose e elimina o colesterol.

O alto teor de potássio contido na polpa da maçã faz eliminar o sódio excedente, eliminando o excesso de água retida no corpo.Ajuda a prevenir o cancêr de mama, de utero e de pênis!

A Maçã produz uma acção benéfica sobre o coração actuando de duas formas: pelo elevado teor de potássio e pela presença de pectina, que evita a deposição de gorduras na parede arterial, evitando a arteriosclerose.

Por tudo isto, melhora a circulação sanguínea, reduzindo o trabalho cardíaco, prolongando a vida útil do coração. Também tem propriedades medicinais, ao ser suavemente usada como uma espécie de laxante, pois ajuda na eliminação das fezes.

Ela atua da seguinte maneira: Durante a digestão ela absorve a água e durante a eliminação ela libera esta água que ficou armazenada, assim, não deixando que as fezes sequem, causando problemas posteriores como a prisão de ventre.

A maça possui as seguintes vitaminas: B1,B2 e Niacina, e também contém sais minerais como Fósforo e Ferro. A maçã fermentada é utilizada para elaborar bebidas alcoólicas como a sidra asturiana, o Calvados francês e a sagardua basca.

Com a maçã também se faz a Torta de maçã muito apreciado com sorvete de creme e da maçã se extrai a Geléia de Maçã!

Promoção Maçã 2003 - 2004 -1ª Parcela

Executamos neste período o projeto “Arts of Brazil Promotion” na Suécia e na Finlândia. O período preciso em que os trabalhos foram realizados foram os meses de abril e junho de 2003. Nossa parceira na execução deste projeto foi a agência Promaker Marketing Internacional.

A Escandinávia foi escolhida, em vista de ser um excelente mercado ao qual a maçã brasileira estava sendo introduzida aos poucos com muito boa aceitação, portanto, precisávamos acelerar este processo.

O projeto “Arts of Brazil Promotion” teve o objetivo de apresentar a maçã como uma obra de arte da fruticultura brasileira. Fizemos uma promoção on-line em ambos os países, cuja premiação aos vencedores compunha-se de um kit com sete peças do artesanato nacional de varias regiões do Brasil. Juntamente com a promoção on-line, foram desenvolvidas ações de degustação, já que o sabor é o grande trunfo da maçã brasileira.

A Promoção On-line

Para participar bastava acessar o site da ABPM – www.abpm.org.br - e, na página de entrada, selecionar o ícone “ARTS OF BRAZIL PROMOTION”.

Imediatamente se abria uma página com a imagem dos prêmios da promoção e um texto de apresentação. Botões específicos conduziam para os Procedimentos para participação e para o Formulário de Registro de participação.

No formulário de registro, além de completar os dados solicitados, era preciso responder à pergunta: “Qual é a melhor maçã do mundo?” A promoção online aconteceu nas redes atendidas pela Everfresh na Suécia (KF Värmland, KF Gävleborg e CityGross e em 33 lojas da rede ICA foram realizadas atividades de degustação) e na rede de supermercados Kesko, na Finlândia.

Suécia. Por intermédio da distribuidora Everfresh Group AB, na Suécia, alcançaram-se 4 redes de supermercados:

KF Värmland: de um total de 60 lojas, participaram 10:
Konsum Stormarknad Säffle;Konsu Styckåsen;Konsum Palmviken;Konsum Norrstrand; Konsum Kronoparken; Konsum Herrhagen;Konsum Molkom;Konsum Storforsen;Konsum Kristinehamn;OBS Bervik Hypermarket.

KF Gävleborg: de um total de 35 lojas, participaram 5:
* Valbo Gävle; Prix Bollnäs; Prix Seglet; Prix Wega; Konsum Triangeln.

City Gross: Citygross Hyllinge Hypermarket; Citygross Mantorp Hypermarket; Citygross Stockholm Hypermarket; Citygross Göteborg Hypermarket.

Spar: Não foram realizadas ações promocionais em nenhuma das 130 lojas desta rede de supermercados, mas foi planejado um anúncio em seu jornal para preparar o caminho para futuras ações, despertando o interesse tanto dos lojistas como dos consumidores finais.

Grupo ICA
Para o Grupo ICA foram produzidos aventais com o logo do programa “Brazilian Apples” especialmente para uso das promotoras na degustação. Também foram utilizadas bandeirinhas do Brasil nos balcões de degustação para que os clientes pudessem identificar a maçã com sua origem, Brasil.

As degustações no Grupo ICA foram realizadas em 33 lojas da Rede Maxi-Supermercados nos dias 08 e 09 de Maio de 2003.
Lojas do Grupo ICA da Rede Maxi
Finlândia
Rede Kesko – Helsinki, Finlândia.

Na Finlândia também foi realizada a “Arts of Brazil Promotion” em 22 lojas de várias redes de supermercados do Grupo Kesko na cidade de Helsinki.

Lojas participantes: Citymarket Itäkeskus; Citymarket Isso-omena; Citymarket Sello; Supermarket Ykköshalli; Supermarket Yliveto; Supermarket Jättijako; Supermarket Musta Pekka; Kmarket Kaisaniemi; Kmarket Ruokaniitty; Kmarket Tapuli

Grupo Kesko - Rede K-Citymarket

Promoção Maçã 2003 - 2004 - 2ª Parcela – Julho a Novembro de 2003.

Estabelecemos a associação dos produtores brasileiros de maçã junto à WAPA – Associação Mundial dos Produtores de Maçã e FRESHFEL – Associação Européia de Frutas e Vegetais Frescos.

A WAPA mantém projetos com a função do desenvolvimento do consumo de maçã no mundo.

Atualmente trabalha em dois projetos: um trata-se do estabelecimento.

Os resultados foram bastante positivos conforme apontam as pesquisas abaixo, e os próprios números concernentes ao volume de exportação direcionados à Finlândia e a Suécia que posteriormente registrar-se-á neste relatório.

Foi constatado na Rede Kesko, na Finlândia, um aumento de 15,2% no volume de maçãs no período da semana 12-24 de 2003 em comparação com a semana 12-24 de 2002.

Em Maio de 2003 houve um aumento recorde de 18,7%, atingindo 16-17% até o final da estação.

Pesquisa Kesko (Finlândia)

1. How was the selling during the promotion? (You can wirte using statistics data)
Sales were ok but could have been better. There were lots of other origins and varieties in shops at the same time, so that naturally effected.
2. How was the result? It was what you expected? Expectations were maybe a bit higher
3.What it would need to be improved? More preliminary information to shops
4.Which was the number of visitors approximately? Hard to say as we don´t have statistics of that
5.According to the scandinavian market, how do you evaluate the promotion?
( ) Great ( ) Good ( x ) Satisfatory ( ) Bad ( ) Other

Pesquisa Everfresh (Suécia)

1. How was the selling during the promotion? The selling was very good. During promotions like this, with large scale exposure, selling tends to increase. This was the case during this promotion as well.
2. How was the result? It was what you expected? The result was good as well regarding sales. All though, not so many customers were interested in the prizes that could be won. This resulted in a smaller number of entries in the competition, than if better prizes would be offered.
3. What it would need to be improved? The one thing that should be improved is the prizes of the promotion. Swedish consumers do not know the Brazilian art, and are therefore not interested in winning these prizes. If one could win for example Ronaldo/Ronaldinho/other soccer star/ T-shirts, the numbers of entries in the competition would be much greater. Also, the time for us to prepare the promotion should be longer. With more time, we could have made more preparations and the troubles with the invoices/promotion material would have been avoided.
4.Which was the number of visitors approximately? The promotion was satisfying according to the Scandinavian market. With better prizes, the promotion would have been good.
5. According to the scandinavian market, how do you evaluate the promotion?
( ) Great ( x ) Satisfatory ( ) Other ( ) Good ( ) Bad

Promoção Maçã 2003 - 2004 - 3ª Parcela– Julho a Novembro de 2003

Estabelecemos a associação dos produtores brasileiros de maçã junto à WAPA – Associação Mundial dos Produtores de Maçã e FRESHFEL – Associação Européia de Frutas e Vegetais Frescos.

Tivemos, também, a participação de um representante da ABPM na reunião da WAPA ocorrido na Alemanha, em 2003, junto ao evento Prognosfruit. Com vistas a fazer nossa presença crescer em um mercado que apresenta um grande potencial para a maçã brasileira, fizemos uma publicação na revista Ásiafruit, que circula entre os principais países asiáticos importadores de frutas.

A WAPA mantém projetos com a função do desenvolvimento do consumo de maçã no mundo. Trabalha atualmente em duas frentes: a primeira trata-se do levantamento de todos os trabalhos de pesquisa do mundo que vinculam a ingestão de maçã à saúde e qualidade de vida.

O Objetivo é desenvolver slogans, a partir destas compilações de estudos, de uso em nível mundial, para que sejam utilizados em campanhas publicitárias com vistas a fomentar o estudo.

Outro projeto que vem sendo desenvolvido com a empresa de pesquisa Hortresearch da Nova Zelândia, trata-se do levantamento das características organolépticas das maçãs produzidas em cada país com vistas ao estabelecimento de um padrão para ser mundialmente utilizado.

Isto muito interessa ao Brasil, que por ser um dos únicos produtores a cultivar a maçã em uma zona de produção de forte influência sub-tropical, possui frutas bastante doces, suculentas e crocantes.

Certamente a maçã brasileira estará no topo destes padrões como a que apresenta a melhor ou, uma das melhores qualidades de consumo do mundo, o que fomentará a procura pela nossa fruta.

A FRESHFEL nos mantém informados acerca de todos os números associados à produção e ao consumo na Europa (destino de cerca de 95% de nossa fruta), legislação, atualização de regulamentos e condições técnicas para que se exporte a cada país e é uma entidade que faz nosso lobby no continente europeu.

A reunião da WAPA é realizada junto com o Prognosfruit, onde todos os principais países importadores ou potenciais importadores de maçã brasileira apresentam informações que orientam boa parte de nossas ações na temporada seguinte.

Ano a ano as exportações Brasileiras de Maçã vêm crescendo, e isto, é também, em virtude do rico rol de informações que introjetamos a partir destas entidades e eventos.

Na edição de novembro/dezembro da revista Asiafruit, fizemos uma matéria acerca da maçã brasileira, com o fim de nos apresentarmos e iniciarmos uma presença que será cada vez mais constante naquele mercado, que apresenta grande potencial de importação para a maçã brasileira.

Promoção Maçã 2003 - 2004 - 4ª PARCELA

Alemanha

O mercado alemão é comprador e de certa forma já tradicional aos exportadores brasileiros de maçã, porém com um enorme potencial ainda a ser explorado, e, por isto o País foi eleito como alvo de nossas ações promocionais.

O trabalho foi realizado nas cidades de Berlim, Hamburgo, Colônia e Munique.

O resultados foram satisfatórios, e inclusive, é intenção dos exportadores brasileiros prosseguir com ações sistemáticas na Alemanha.

O objetivo foi trabalhar em quatro regiões grandes e importantes do país alvo, buscando a popularização da maçã brasileira, promovendo a marca Brazilian Apples, apresentando as vantagens de se consumir a nossa fruta, convidar o consumidor alemão a degustar nossa maçã através de promotor devidamente treinado para, inclusive, satisfazer as eventuais dúvidas de clientes, e, ainda, alavancar as vendas, e fazer uma pequena pesquisa qualitativa detectando as preferências daquele consumidor.

O período da ação foi de 17 a 29 de maio de 2004. Os dias de trabalho na semana foram de segunda-feira à sábado.

Foram trabalhadas ações de degustação em supermercados, comunicação promocional e divulgação da marca Brazilian Apples. Ademais, realizamos uma promoção com cupom, onde os consumidores alemães concorriam a 28 camisetas da Seleção Brasileira de Futebol e uma viagem ao Rio de Janeiro com acompanhante.

O slogan da promoção foi: „Mit Äpfeln aus Brasilien nach Rio“

Foram desenvolvidos os seguintes materiais, todos eles vinculando a idéia de Brasil, e/ou maçã brasileira e onde também foi inserido o logo da Apex Brasil: Balcão de degustação; Flyer promocional; Cartazete; Móbile; Urna; Adesivo de chão; Anúncio em jornal da loja; Display de gôndola; Uniforme do promotor: Avental; Camiseta.

Foram trabalhadas 28 lojas da rede Kaufland, em Berlim, Hamburgo, Munique e Colônia.

A Kaufland é a rede de supermercado líder na Alemanha. Possui mais de 500 supermercados com área de vendas entre 2.500 e 12.000 m2.

Os clientes da Kaufland escolhem mês a mês seu supermercado favorito, o que acaba se revertendo na oferta de produtos e serviços da melhor qualidade.

A instalação do balcão e atuação do promotor se deu na área de FLVs de cada uma das 28 lojas trabalhadas.

As exportações brasileiras de maçãs para a Alemanha faturaram no ano de 2003 US$ 3.313.044,00 com um volume exportado de 6.253.515 Kg. Neste ano, as exportações foram de US$ 7.535.294,00 com uma remessa total de 15.226.278 Kg.

O potencial que estimávamos para a Alemanha vem se confirmando, e nossas ações de marketing naquele mercado vem catalisando este crescimento.

(Maçãs vendidas (Kg) durante a primeira semana da promoção).
Volume total de clientes abordados 106.310 pessoas
Volume total de clientes por dia 1.380 pessoas
Número total de clientes convidados para degustar 35.035 pessoas
Volume total de maçã vendida 9.894,20 Kg

Houve um crescimento vertiginoso das exportações nos últimos dois anos, rendendo ao País dividas na ordem de US$ 76 milhões.

A maçã brasileira agrada, por seu sabor os consumidores estrangeiros, que repetem a experiência, e as redes varejistas, com isto, aumenta suas compras.

As ações de marketing promovidas com o apoio da APEX catalisam este processo informativo, e o aumento extravagante de nossas exportações em 2004, certamente tem reflexo destas ações. O número de novos exportadores não é tão grande quanto o volume, mas esta é uma característica do Setor da Maçã no Brasil.

O que ocorre é que pequenos produtores, e aí sim o número cresceu estrondosamente, entregam sua fruta para as grandes e médias agroindústrias, que beneficiam o produto e utilizam sua estrutura de comércio exterior na venda.

Isto incrementa a receita da agroindústria e a renda do pequeno produtor, já que, a rentabilidade da maçã exportada fica na casa dos 63% enquanto que da maçã comercializada no Brasil fica em 4%. Isto estimula as empresas e pequenos produtores do Setor a melhorar os investimentos, contratar mais e melhor e incrementar e expandirem as compras.

A família do pequeno produtor ganhando mais, e as empresas contratando mais e melhor (o que subentende maior salário) concorrem para o aquecimento do comércio local.

Em estudo recente realizado pela Associação Brasileira de Produtores de Maçã, juntamente com acadêmicos e profissionais ligado a recursos humanos, levantamos os números seguintes tangentes a geração de empregos pela indústria da maçã:

O Setor da Maçã atingiu o amadurecimento, e vem, portanto, racionalizando seu crescimento em termos de área plantada. Os maiores avanços no já bom nível de empregos diretos gerados certamente serão, no futuro, reflexo do aumento do volume de nossas exportações.

Estima-se que o número indireto de empregos gerados pelo Setor esteja na faixa de 85.000 (oitenta e cinco mil). Portanto, somando empregos diretos e indiretos a indústria da maçã somaria 135.000 empregos.

A Safra 2003/2004 registrou recorde de produção e de exportação de maçãs no Brasil:

Produção Brasileira de Maçã – Safra 2003/2004

Variedade / Volume (t)
Gala e mutações = 580 mil
Fuji e mutações = 370 mil
Outras = 50 mil
Total = 1 milhão
Destino Produção Safra 2003/04
Variedade / Volume (t)
Indústria = 220 mil
Fruta Fresca =
Mercado interno = 625 mil
Exportação =155 mil
Total = 1 milhão

No ano de 2004 o volume de remessas ao exterior ultrapassou o dobro do que se exportou em 2003. O crescimento das exportações é tendência que se observa mais intensamente desde 1999 (à exceção do ano de 2001, que experimentou quebra significativa da safra).

Tudo isto reflete a cultura exportadora assumida pelo Setor da Maçã. Como a cultura da maçã é recente no País, nossos produtores já iniciaram a implantação de pomares a partir de variedades modernas.

Além disso, a organização do Setor tornou possível o acompanhamento e assimilação das novas tecnologias descobertas no Hemisfério Norte, e, mesmo no Brasil, já que a importância econômica da maçã fez com que a atividade de pesquisa nacional voltada à macieira se desenvolvesse e contribuísse para com o avanço do Setor.

Ademais, a esmagadora maioria dos exportadores está sintonizada com as demandas do mercado, praticando a reconversão de pomares para variedades ainda mais modernas e os protocolos de certificação exigidos pelos principais países compradores.

O Setor da Maçã, portanto, está ambientalizado com o comércio externo e vem assimilando as condições necessárias para seguir ganhando terreno no mercado internacional, gerando impreterivelmente com isto, mais riqueza e empregos para este País.

Fonte: Secex. 2004 até julho/2004

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